Instituto Cultural com 170 alunos

Arrancou esta semana mais um ano lectivo do Instituto Cultural da Maia (ICM). É já o sexto da instituição que apela a um aprofundar dos conhecimentos. Porque “com a sabedoria estão as riquezas e a glória, a opulência e a justiça”, sublinha o ICM, no desdobrável referente ao ano lectivo 2008/2009, citando o “Livro dos Provérbios”.

A população tem-se mostrado consciente dessa necessidade de aprofundar os conhecimentos e a prova é o número de inscrições, este ano lectivo com um crescimento na ordem dos dez por cento. Ao todo, são 170 os alunos inscritos para as diferentes disciplinas. Na cerimónia oficial de abertura do ano lectivo, que decorreu no Auditório Venepor, faz hoje exactamente uma semana, o presidente do ICM, Raul da Cunha e Silva, sublinhou ainda que também a população alvo do instituto está a aumentar, tendo em conta o aumento da população acima dos 50 anos. A par do “grau de satisfação dos alunos”, acrescentou.

Esse crescimento do ICM, reconheceu o presidente da direcção, “dá-lhe muito mais visibilidade, identifica-o com a própria Maia e com todas as forças que na Maia trabalham para o bem de todos”. Mesmo que a funcionar em “condições que não são as ideais”. Pelo sexto ano consecutivo, as disciplinas são leccionadas em diferentes locais, pela falta de um espaço próprio. Chegam quase a uma dezena. Porque não há ainda o desejado espaço próprio.

Aulas para netos

Para além das disciplinas dirigidas ao público-alvo do Instituto Cultural da Maia (ICM) há, este ano, duas novidades. As já conhecidas áreas de Pintura e Danças de Salão abrem agora as portas aos mais novos. Nada mais, nada menos do que “para netos dos alunos”, especificou Lourdes Graça.

Marta Costa

(Notícia a desenvolver na edição de sexta-feira de Primeira Mão)