Futuro do Hospital Lidador em “stand by”

Ainda não há qualquer decisão quanto ao futuro do Hospital Lidador S. A, um investimento do Grupo Português de Saúde. O presidente da Câmara Municipal da Maia, Bragança Fernandes, e a provedora da Santa Casa da Misericórdia da Maia, Maria de Lurdes Maia, estiveram esta segunda-feira em Lisboa, numa reunião com a administração do grupo mas saíram quase com as mesmas certezas com que entraram. Não foram os únicos a serem chamados à capital. No mesmo encontro participaram outras instituições com protocolos assinados com o grupo.

Numa audiência em privado, conta Bragança Fernandes que explicou a situação ao administrador e, para já, conseguiu saber que o Grupo Português de Saúde tem várias hipóteses na manga. “Ou a venda total, ou a venda parcial ou a venda por sociedade, ou não venderem”. Mas qualquer decisão será apenas conhecida no início do mês de Dezembro, depois de um conselho superior de accionistas da Sociedade Lusa de Negócios. “Só aí é que vão decidir o que fazer ao Grupo Português de Saúde”.

Enquanto isso, o autarca da Maia solicitou que a obra de terraplanagem que está em andamento não parasse. “E eles disseram-me que não vão parar a obra, a primeira fase”. O que eles decidiram, acrescenta, como apenas está feito um buraco e começa a zona invernosa e de chuvas, convém impermeabilizar a zona e os grupo decidiu, “logo de imediato” dar ordem ao empreiteiro para que isso avance para proteger a terra senão fica um pandemónio, cheio de água, fica uma autêntica piscina”.

IFM