Última reunião pública foi tranquila

A última reunião pública deste mandato do executivo autárquico, liderado por Bragança Fernandes, teve lugar na passada quinta-feira, 17 de Setembro. Foram aprovados todos os pontos em discussão e em que só não esteve presente o vereador da Cultura, Mário Nuno Neves.

Nesta derradeira reunião do executivo os temas fortes foram a devolução da garantia bancária referente às empreitadas de beneficiação da Escola EB1 da Guarda, freguesia de Moreira – Centro Escolar da Guarda, e de beneficiação e ampliação da Escola EB1 do Corim, na freguesia de Águas Santas, depois dos vistos do contrato escrito terem sido recusados pelo Tribunal de Contas.

No entanto, estas obras já foram aprovadas. Outro ponto importante foi a aprovação de uma comparticipação de mil euros para a presença de um representação da Câmara Municipal na 12ª edição da Expogalaécia, Salão Internacional de Turismo, Artesanato e Gastronomia da Galiza e Norte de Portugal. O vereador socialista Miguel Ângelo Rodrigues contestou dizendo “que se for só levar uns prospectos e folhetos sobre a Maia, mas vale nem marcar presença”.

Durante o encontro camarário foram ainda aprovadas várias minutas de contrato referentes a obras como a ampliação da Escola EB1 de Arcos, na freguesia de São Pedro Fins, ampliação e reformulação do edifício do EB1 de Pedrouços 3 – Giesta, na freguesia de Pedrouços, para instalação de salas de ensino pré-escolar e de um refeitório, obras de beneficiação do edifício situado à rua D. Manuel II integrado na Zona Desportiva Central do Município, incluindo a aquisição dos equipamentos necessários, e a construção do Centro Escolar de Vermoim/Gueifães – EB1 e JI.

A aprovação da minuta do contrato de construção do Centro Escolar de Gandra, EB1 e JI, na freguesia de Águas Santas foi adiada a pedido dos responsáveis e o presidente da autarquia alertou para o limite dos prazos: “Isto tem que avançar porque há prazos que se não forem cumpridos prejudicam o obra e perdem-se subsídios”, afirmou Bragança Fernandes.

No final, houve ainda tempo para debater a instalação da Adidas na Tecmaia. O vereador do PS, Miguel Ângelo Rodrigues criticou este projecto: “Eu pensava que a Tecmaia era uma incubadora de novas empresas e projectos, algo que não se aplica neste caso”, disse o vereador socialista.

André Cordeiro