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Autarcas da A41 e A42 reúnem-se na Maia

Os presidentes dos municípios servidos pelas A41 e A42 – Lousada, Paredes, Paços de Ferreira, Valongo, Maia e Matosinhos – reúnem-se, na próxima semana, na Câmara Municipal da Maia para decidirem que medidas irão tomar em relação à decisão do Governo de colocar portagens nas SCUTS. O encontro está agendado para a próxima semana, no entanto, o presidente da edilidade maiata, Bragança Fernandes, que decidiu assumir a liderança deste processo não adiantou o dia ao certo para esse encontro.

A ideia, adianta o presidente do município maiato, é os autarcas tomarem uma atitude idêntica à que está a ser tomada pelos autarcas da A28. “Queremos ver se conseguimos falar com o ministro para ver se ele nos atende em conjunto”, afirmou a PRIMEIRA MÃO. Da sua parte, Bragança Fernandes garante que já solicitou uma reunião para ser esclarecido e para, depois, poder esclarecer a população e para saber o que se ia passar com as SCUTS, com as quais “não” concorda. Aliás, “já coloquei o problema na Junta Metropolitana do Porto e o assunto também vai ser discutido numa próxima reunião, até porque era o local onde devia ser discutido este assunto porque estão lá todos os municípios, não era cada um estar a cada um a lutar para seu lado”.

Bragança Fernandes lamenta ainda que o ministro das Obras Públicas, apesar de várias tentativas, ainda não se tenha mostrado disponível para dialogar porque entende que seria mais fácil o ministro deslocar-se ao Porto para estudarem o assunto. “Mas o poder está em Lisboa e o Norte continua a ser subjugado, espero que não seja na parte das portagens porque tudo o que estiver ao meu alcance, tudo farei para que os maiatos não paguem portagens”, concluiu.

Já esta semana, num encontro com autarcas dos concelhos do Norte Litoral, o ministro António Mendonça, adiantou que os “utilizadores frequentes” das SCUT poderão ficar isentos do pagamento de portagens. Mas apesar disso, o processo de cobrança virtual nestas vias permanece inalterável nas concessões do Norte Litoral, Grande Porto e Costa de Prata.

De acordo com a Lusa, apesar do clima de diálogo, as autarquias da região de Vila do Conde vão formar oposição face à instalação de portagens, por considerarem que “são lesivas do interesse das populações e do próprio dinamismo empresarial”, para além de defenderem que as isenções anunciadas “são insuficientes e avulsas”.

Isabel Fernandes Moreira

1 responder
  1. manuel goncalves
    manuel goncalves says:

    Gostaria de deixar aqui o meu repáro, pelo facto de que neste Pais andar sempre o carro afrente dos bois, infelismente não temos politicos com qualidade, para justificar este meu reparo lhes digo que: Andaram a construir os porticos para a montagem dos aparelhos de cobransa automatica nas scut, antes de aprovar a lei .Quem paga estas obras

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