Música, gastronomia e artesanato animou Parque de Quires

Música, gastronomia e artesanato. Houve um pouco de tudo no fim-de-semana cultural, que decorreu entre sexta-feira e domingo, no Parque de Quires, em Vila Nova da Telha. Trata-se de uma iniciativa organizada pela junta de freguesia local que, segundo o autarca, Pinho Gonçalves (na imagem), “foi mais uma vez um êxito”. Aliás, “penso que foi visitado por mais pessoas este ano”, acrescentou.

Para o presidente da autarquia este fim-de-semana foi nada mais do que a sequência daquilo que o executivo tem vindo a organizar anualmente. Daí que o programa tenha seguido também os mesmos moldes das edições anteriores. “Tentamos levar até aquele local agradável e bonito da freguesia algumas actividades culturais para diversão da pessoas”. Mas não foi só. A organização aproveitou também para realizar uma mostra da gastronomia local e das actividades artesanais.

Contudo, acrescenta Pinho Gonçalves, tentaram melhorar um pouco a qualidade das pessoas que actuaram. Este ano, contaram com a presença de um coral infantil da Igreja de Vila Nova da Telha, que não interpreta apenas cânticos religiosos. Depois, tiveram danças de salão de uma escola de Moreira da Maia mas que conta com vários alunos oriundos de Vila Nova da Telha. “A meu ver, foi um dos momentos brilhantes deste fim-de-semana porque a escola trouxe um programa muito bem conseguido, com momentos que as pessoas gostaram”. Pela primeira vez, contaram com a participação do Rancho Regional de Moreira da Maia, o que deixou satisfeito o autarca devido aos laços de amizade que unem das duas freguesias vizinhas. Também não faltaram momentos de fado.

O programa foi diversificado e pensado para chegar a todas as faixas etárias, afirma o edil de Vila Nova da Telha. “Foi pensado para todos os gostos, agora, claro que há sempre uns que atraem mais gente o que outros mas foi muito bom e foi elogiado por muita gente”.

Dos três dias, aquele que registou menor fluxo de visitantes, garante Pinho Gonçalves, foi o primeiro, a sexta-feira. O autarca justifica isso com o facto de ter sido uma noite mais fria e com o programa musical que “talvez não fosse do agrado de toda a gente e teve menos público”, referiu. No entanto, no sábado e no domingo, “foi bastante agradável e foi o ano que tivemos mais pessoas a assistir, não só pela qualidade que conseguimos trazer como também por termos mantido a tradição de sempre que possível trazer ao fim-de-semana cultural, pessoas, jovens e crianças da nossa freguesia”.

Encerrada mais uma edição, é tempo para começar a pensar já no fim-de-semana cultural de 2011, o que deverá acontecer a partir de Setembro, altura em que o executivo vai reunir com a comissão da cultura para fazer um balanço da edição deste ano, “ver o que correu bem e o que correu menos bem” e começar a projecto o próximo ano “para evitar surpresas de última hora”.

Isabel Fernandes Moreira