Câmara da Maia organiza “Fórum Empresas Familiares”


A Câmara Municipal da Maia organiza, na terça-feira, 18 de Outubro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o Fórum Empresas Familiares. A sessão de abertura, marcada para as 9h00, vai ser presidida pelo presidente da autarquia, Bragança Fernandes e deverá contar ainda com Peter Villax, presidente Associação das Empresas Familiares.

Esta é mais uma realização que a autarquia promove no sentido de apoiar o tecido empresarial da Maia. Entende a edilidade maiata que muitas das empresas instaladas na Maia, assentam em estruturas de ordem familiar, quer do ponto de vista societário, quer mesmo do ponto de vista da gestão e que são conhecidos os problemas que estas realidades empresariais enfrentam, principalmente quando são confrontadas com a integração de novos elementos da família, por vezes relacionada com processos de sucessão mal preparados.

Será uma manhã dividida em dois painéis e uma mesa redonda para discutir vários temas. No primeiro painel “Envolventes turbulentos e a Empresa Familiar” vai abordar-se a liderança adequada, a forma de definir estratégias assertivas e como efectuar a avaliação da empresa. O segundo painel abordará “Instrumentos de suporte à Empresa Familiar”, com alocuções sobre o livro branco da sucessão familiar; a continuidade na posse da família e o reflexo legal do protocolo familiar.

Do programa consta ainda uma mesa redonda/debate subordinada ao tema “A Empresa Familiar no Século XXI”, que vai ser moderada pelo vereador do Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal da Maia, Paulo Ramalho, e pelo director do Jornal Vida Económica, João Luís de Sousa.

Vai contar com a participação de José Luís Simões, presidente do Grupo Luís Simões; Adelino Silva Matos, presidente do Grupo A Silva Matos; António Rios Amorim, presidente da Corticeira Amorim; Eugénio Santos, presidente da Colunex; Manuel Champalimaud, presidente da Gestmin; Pedro Silva Reis, presidente da Real Companhia Velha; Ana Ambrósio, administradora da Tintas 2000; Bernardino Costa Pereira, presidente do Grupo Promo e Hélder Araújo, CEO da Tenco Cafés.

No mesmo dia, vai ainda ser lançado o livro “50 Perguntas essenciais sobre empresas familiares”, uma publicação que está associada às práticas, exemplos e realidades das empresas familiares.

2 respostas
  1. J A COELHO
    J A COELHO says:

    Dei continuidade á empresa dos meus pais do ramo das limpezas industriais e depois de 30 anos abandonei a atividade (Maio 2011). O principal cliente Ministerio das Finanças rescindiu o contrato ficando o serviço a ser assegurado por uma multinacional Tantos anos de trabalho e de descontos e sem direito a sub. desemprego queriam-me dar 90 euros de RSI.Desisti estou cansado.Tenho mulher cancerosa, filha cancerosa e um filho com sindrome de asperger a estudar eng.informática no ISEP. Contribuí para o meu país e ele vira-me as costas pela segunda vez,já que com a entrada na CEE e como era funcionario de um despachante na Alfandega de Porto fui (fomos todos) despedidos.PAÍS INGRATO.

  2. antonio V. Nunes
    antonio V. Nunes says:

    Boa noite,
    Sou comerciante há vários anos,tive prazer em dar continuidade a uma empresa dos meus pais, mas hoje sinceramente estou completamente arrependido,pois não existe protecção para o pequeno e médio comércio,mas estou convencido que o tempo nos vai dar razão, em virtude de as autarquias darem um protecionismo às grandes superficies esquecendo-se que são empresas sediadas noutros paises e que que quando as suas margens não forem rentáveis deixam o nosso pais, quando o nosso comércio pequeno e médio ainda há poucos anos empregavam cerca 3 milhões de pessoas.
    Isto é um alerta para todos os responsavéis pelas autarquias,pois desta forma dentro de um ano as cidades vão certamente ficar completamente desertas.

    Ainda estamos a tempo para corrigir erros,estou disponivel perante os meus conhecimentos para dar o meu contributo.

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