EDUCAFRICA promove festival de tunas em busca de apoios

Colaborar no desenvolvimento dos países africanos de expressão portuguesa. Foi com este objetivo que nasceu a EDUCAFRICA. Fundada no dia 1 de Junho de 2011, dia mundial da criança, com sede na Maia, é uma associação humanitária sem fins lucrativos e que pretende ajudar os países africanos de Língua Portuguesa, nas áreas da educação e da saúde.

Actualmente esta associação conta com alguns projetos na Guiné-Bissau. Inês Rodrigues, presidente da EDUCAFRICA, revela que um dos projetos “ está planeado para Setembro, onde vamos dar formação pedagógica, na área da saúde e da educação, e também doar material escolar, como é o caso de gramáticas e dicionários, que são materiais indispensáveis para os professores que estão a ensinar português na Guiné”. Para ajudar este projeto, as campanhas são essenciais.

“Lançamos em Fevereiro a campanha “Um livro, um sonho para a Guiné”, que está a decorrer em diversas escolas secundárias e faculdades, na área do Porto e Braga, e que está a ter grande adesão” explica.
Quanto a projetos futuros, a presidente da associação refere que “ vamos apoiar também a reconstrução de uma maternidade na Guiné Bissau, já que existe uma enorme taxa de mortalidade infantil e à nascença, que pretendemos ajudar a diminuir essa taxa e permitir que as mulheres possam ter os seus filhos de forma mais segura”

A EDUCAFRICA é uma associação sem fins lucrativos, e para isso é necessário a realização de voluntariado e algumas atividades de angariação de fundos. Uma dessas atividades será realizada amanhã, pelas 21h30, no Auditório Venepor na Maia e trata-se de um festival de tunas solidário intitulado de “I Tunas por África”

“Vão estar presentes as tunas académicas da Faculdade de Letras do Porto, do ISEP, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação e da Faculdade de Desporto. Estas tunas colaboraram connosco na angariação de dicionários e gramáticas e têm ajudado na divulgação dos nossos projetos. Simultaneamente vamos receber esse tipo de materiais de todo o público que quiser trazer” explica Inês Rodrigues.