Opinião Victor Dias: É tempo de começar a preparar o futuro

A Maia é uma comunidade que beneficia, há muitos anos, de um bem muito precioso que vai rareando, noutras terras de Portugal e do Mundo. Refiro-me à Paz e coesão social, valores tão importantes para que as pessoas possam desfrutar em pleno, da qualidade de vida e do bem-estar colectivo que, nós maiatos, felizmente temos tido.

Todos sabemos que isso não é fruto do acaso, ou de acontecimentos conjunturais, mas sim, de uma certa forma de governar os destinos da comunidade local, planeando atempadamente o futuro, para acautelar o surgimento de problemas e, mormente, para preparar soluções, caso eles venham a surgir.

A política tem de ser a resposta a isto mesmo, quer dizer, tem de ter sempre uma antevisão do que está para vir, no sentido, de atenuar efeitos e, principalmente, ter sobre controlo, na medida do que lhe é possível, o rumo da governação.

A equipa executiva que tem governado o Município da Maia, nas últimas duas décadas, adquiriu um “know-how” apreciável, que lhe advém do trabalho concreto que realiza no terreno. Seja ao nível do planeamento global ou da análise macroestrutural, da forma como o concelho da Maia está organizado e é gerido, seja no trabalho quotidiano, de monitorização e resolução dos problemas concretos das pessoas e das populações.

Claro está, que há sempre problemas de resolução mais difícil e complexa que são objecto de atenção e crítica, mas isso é absolutamente normal, numa comunidade, onde a cultura democrática, tem de integrar e valorizar a participação de todos, sem excepção, para que as vozes discordantes e os entendimentos legítimos que advogam outras formas de agir político, possam expressar-se, em Liberdade, opondo-se a quem Governa, por vontade da maioria.

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São os resultados de uma concepção política, muito nossa, muito maiata, cujos efeitos benéficos estão à vista dos nossos olhos, seja no que refere ao Planeamento Urbanístico, como no que respeita ao Ambiente e Qualidade de Vida, à Habitação e Acção Social, Cultura, Juventude e Desporto e, enfim, numa série de áreas, em que nos destacamos, quer no âmbito regional, como a nível nacional, que me levam a concluir que é preciso continuar a pensar e preparar o futuro da Maia.

Diria que nos próximos quatro anos, teremos razões para estar tranquilos, e sossegar, com a presidência do Município, que eu prefiro designar por comunidade concelhia, entregue, pela claríssima maioria dos maiatos, à liderança de Bragança Fernandes. Uma entrega que só nos pode deixar confiantes. Confiantes na sua incondicional dedicação ao trabalho e abnegada defesa dos nossos interesses, seja onde for…

Mas como sempre aconteceu na Maia e fazendo jus, à temperança e prudente pensamento dos grandes maiatos, este é também o tempo de olhar o nosso futuro colectivo, num horizonte que vai para além desse quadriénio.

E o que precisa de ser pensado, para que no futuro possamos continuar a beneficiar de valores que são um bem inestimável para qualquer comunidade, é a Paz e a coesão social, garantias primeiras da segurança, do bem-estar e da qualidade de vida, que viemos construindo nas últimas décadas. Essa estabilidade de princípios e valores é, a meu ver, a base fundamental do desenvolvimento humano e social de qualquer comunidade, local ou nacional.

É isso que eu desejo e, estou certo, que muitos maiatos partilharão deste meu desejo.

Todos nós, mas principalmente os nossos filhos e as gerações vindouras, merecem que estejamos à altura do devir da nossa história local, no fundo, aquela que é também, a história das nossas vidas e das nossas famílias…

Victor Dias