CDS visitou empresas exportadoras no Roteiro da Economia

CDS Maia visita empresas

O CDS Maia iniciou neste mês o Roteiro da Economia, tendo visitado duas empresas do concelho, a Frulact e a Castelbel, ambas localizadas na freguesia do Castelo da Maia.

São consideradas dois “bons exemplos de empresas viradas para o mercado global e que têm na sua identidade o caráter empreendedor e inovador que caracterizam esta região”, referem os responsáveis do CDS.

Na Frulact, a Comissão Política foi recebida por João Miranda, CEO e principal rosto da empresa. A Frulact é hoje uma empresa virada para o mercado externo com unidades fabris em países como a África do Sul, Canadá, Estados Unidos e Marrocos. Tem como missão a produção de preparados de fruta para a indústria agro-alimentar e quase toda a sua produção é destinada à exportação. Na Maia, tem instalados o centro de investigação e inovação assim como os departamentos de suporte à gestão.

Excelentes exemplos do tecido empresarial

Já a Castelbel dedica-se essencialmente à produção de sabonetes de luxo. Com cerca de 160 funcionários nos seus quadros, a Castelbel tem-se distinguido como marca de excelência no seu mercado muito devido ao fabrico quase inteiramente artesanal de todos os seus produtos.

Recebidos por Aquiles Barros, um dos fundadores da empresa, a Comissão Política do CDS Maia registou “com bastante agrado a forte aposta da Castelbel num crescimento contínuo e a importância de se continuar a diferenciar pela qualidade que imprime em cada produto pensado e produzido na Maia. Com vários prémios de excelência, a Castelbel destina cerca de 84% da sua produção para o mercado externo”.

Em cada uma destas visitas, Manuel Oliveira, presidente do CDS Maia, enfatizou a importância que as “empresas exportadoras têm no crescimento económico do país e, sobretudo, na afirmação de uma região conhecida pela sua grande capacidade de trabalho”. Estas organizações são um “excelente exemplo do melhor que o tecido empresarial português tem: viradas para o mercado global, com crescimentos sustentados e produtos de excelência. É, por isso, muito importante que do lado do Estado se perceba a contínua necessidade de aliviar cargas fiscais sobre empresas e trabalhadores a par da manutenção de um clima económico estável e propício ao investimento”, concluiu Manuel Oliveira.