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Promessa do piano Rodrigo Teixeira apresenta-se no Fórum Jovem

No âmbito do programa Maia Showcase, o auditório do Fórum Jovem da Maia acolhe, no dia 18, às 21h00, um recital de piano, levado a efeito pelo jovem Rodrigo Teixeira.

Rodrigo Teixeira nasceu na Maia a 2 de dezembro de 2003, iniciou os seus estudos musicais aos cinco anos, na Academia de Música da Maia, na classe de piano dos professores Oleg Ter Martisosov e Marian Pivka, Formação Musical e Composição com o professor Rúben Andrade.

No Conservatório de Música do Porto, desde Setembro de 2016, frequenta a classe de piano da professora Teresa Xavier e piano acompanhamento na classe de canto da professora Cecília Fontes.
Em Lisboa, desde Setembro de 2016, é aluno particular da pianista Jill Lawson.

Na Academia de Música da Maia exerce a função de pianista acompanhador das várias classes de instrumento e do Coro da Academia. Continua a estudar Análise e Técnicas de Composição com o professor Rúben Andrade.
No programa do Recital serão interpretadas obras de J. S. Bach, L. Van Beethoven, F. Schubert, F. Chopin, C. Debussy e F. Liszt.

O Primeira Mão dá a conhecer melhor o jovem talento, Rodrigo Teixeira nesta breve entrevista.

Qual o significado de ser o protagonista de um recital no programa showcase?

Primeiro, é um ato de responsabilidade, pois vou mostrar às pessoas um recital de uma hora, que tenho vindo a trabalhar durante horas e horas. Segundo, é um prazer tocar no Forúm Jovem, porque foi lá que comecei a dar os primeiros passos na música.

O meu objetivo é tentar fazer cada vez mais apresentações a solo. Mas já fiz algumas, nomeadamente no Forum, em palcos Fnac e Casa da Música.

Que recompensas pessoais se retiram da música?

Através da música vim a adquirir mais sensibilidade em tudo, uma maior responsabilidade no dia-a-dia, visto que também tenho que conciliar com os estudos da escola e também o reconhecimento por parte daqueles que me acompanham.

Estuda música desde muito cedo, piano e canto. Pretende construir uma carreira nestas áreas?

Sim. Nomeadamente em piano, pretendo evoluir neste aspeto constituindo uma carreira, sendo esse o meu principal sonho.

Foi influenciado por alguém do ambiente familiar para gostar ou estudar música?

Sim, cresci numa família de músicos. O meu pai é cantor lírico e, portanto, com ele aprendi a lidar melhor com o palco ficando assim mais à vontade, à medida que vou atuando e é graças também ao meu pai que tive mais e melhores competência através de bons professores de piano que me acompanharam até hoje.

Qual o músico que constitui um exemplo a seguir atualmente?

Considero que até tenho vários. Mas o que me chama mais a atenção é Lang Lang. Ele surpreende-me pelo seu virtuosismo e pela forma de pensar na música, que é parecida com a minha, aprendo bastante ao ouvir os seus concertos pelo mundo, coisa que um dia gostava que acontecesse comigo.

Também tenho como exemplo a seguir a minha professora de piano, Jill Lawson, que tem uma expressividade única e com ela aprendo a depositar toda a minha emoção na música.

Angélica Santos