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Ângelo Miguel orgulha-se do percurso na JP

O jovem maiato Ângelo Miguel tornou-se militante da JP Maia em 2012, tendo dirigido a estrutura concelhia de 2014 a 2016.

Em 2015 tornou-se vice presidente da Distrital do Porto da JP e Secretário-Geral (Adjunto para o Norte) da Comissão Política Nacional da Juventude Popular – cargo que ainda exerce.

Com 23 anos este gestor administrativo foi eleito, este ano, líder da Distrital do Porto da JP.

Como tem gerido a ligação da JP aos jovens do concelho da Maia? Tem havido captação de novos militantes de forma significativa?

A Maia tem, há mais de uma década, a concelhia mais premiada com o título de Melhor Concelhia Nacional da Juventude Popular e isso deve-se ao intenso trabalho das equipas anteriores e da atual.

Essa atividade frequente e de grande proximidade à juventude maiata e às instituições de cariz vário do município resultou em duas vertentes: em primeiro, num voto de confiança dos cada vez mais jovens que se militam na JP Maia.

Sei que, pelo menos até ao ano passado, na Maia a JP tinha mais militantes que a JS e a JSD juntas – isto é bastante conclusivo; em segundo, no crescimento natural de alguns militantes nas estruturas internas da JP e do CDS.

A ligação da JP aos jovens do concelho é feita pelo José Alberto e pela sua Comissão Política, o José Alberto sempre foi o meu vice presidente, enquanto liderava a concelhia da Maia e também agora nos destinos da Distrital, tenho nele muito mais que um bom amigo, a dedicação ao concelho e aos jovens maiatos são das características, que para quem o conhece, mais nele se manifestam.

Tem na sua equipa muitos jovens que de igual condição despendem do seu tempo para o dar à Maia e aos maiatos com a atividade referida anteriormente, é assim que a JP gere a ligação aos jovens do concelho, e eu aplaudo com especial carinho por ser também a minha concelhia.

Quais as prioridades que tem implementado na JP?

A minha maior prioridade no Distrito é formar os candidatos a autarca da JP que integram as listas do CDS (sozinho, com coligação ou apoio a independentes) às eleições de 1 de Outubro.

Formar sem nunca formatar e ter como objetivo munir os nossos candidatos de competências para desempenhar bem as funções que futuramente estarão a seu encargo.

É um investimento com resultados práticos através das lições que os especialistas em gestão autárquica e também atuais autarcas têm vindo a transmitir nas sessões de formação.

São também prioridades a implantação da JP nos concelhos onde não existe estrutura e a posição atenta e crítica ao dia a dia do país com especial foco no Distrito e Norte de Portugal.

A JP Maia fomenta a formação dos seus elementos divulgando, em simultâneo, o conhecimento do concelho na sua globalidade?

Esse é um dos aspetos que melhor distingue a JP Maia, o conhecimento global do concelho, respeitando e valorizando a história com o acompanhamento do trabalho autárquico em foco tendo sempre a abertura de procurar saber mais sobre aqueles que diariamente vivem e fazem a Maia.

Por vezes o trabalho pode parecer invisível, mas penso que o foco não tem de estar na JP, mas sim nas melhorias que a JP proporciona junto das indicações que presta aos órgãos competentes para melhoria da qualidade de vida dos maiatos.

A JP deu ou está a preparar contributos para o programa de candidatura Maia Em Primeiro? Quais?

A JP sempre deu contributos para o município, em Conselho Municipal da Juventude e junto das vereações; e fazer parte da candidatura Maia
Em Primeiro é continuar a dar esses contributos na constituição do programa eleitoral nomeadamente ao nível económico e social, a sociedade Maiata está em constante evolução e o foco permanente nestas duas áreas são cruciais para o consequente crescimento do tecido empresarial e da melhoria de qualidade de vida das pessoas.

Considera a Maia um município favorável à dinâmica para a Juventude, quer em termos culturais, quer em termos de incentivo empresarial?

A Maia é uma referência Nacional em qualidade de vida dos jovens: Desporto, Cultura e Educação são os 3 pilares que melhor nos distinguem nesta vertente jovem.

Fruto das minhas funções na JP Nacional, visito muitos municípios (principalmente de Coimbra para Norte), e comparado com a Maia as oportunidades de empreendedorismo jovem são bastante escassas.

Competir com uma autarquia que procura sempre fixar empresas na Maia, que tem um olhar atento ao Centro de Emprego local e ao trabalho que este desenvolve e que promove programas como o MAIAFINICIA, é muito difícil. Somos uma referência, sem dúvida.

Sendo o líder da Distrital da JP, como encara a envolvência dos jovens na política neste distrito?

A par de Lisboa, somos a metrópole com mais jovens envolvidos politicamente. Penso que a visão da sociedade face às ‘Jotas’ está a mudar, e ainda bem, porque a história dos tachos já começava a enjoar e não corresponde de todo à verdade nem dignifica os jovens nem as juventudes partidárias.

O que eu conheço são jovens completamente livres de pensamento que se identificam com determinada ideologia e se militam nas ‘Jotas’ com vontade de fazer mais e melhor pela sua freguesia, pelo seu município e país.

E cada vez mais me orgulho disso, que também é resultado de uma política de proximidade das ‘Juventudes’ e do saber estar na sociedade, sendo aquilo que a JP foi e é para mim, uma Escola de valores.