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Ciclo “Fado na Baixa” anima o outono no Fórum

No fim de semana de 23, 24 e 25 de novembro, o Fórum da Maia recebe um ciclo de fado, intitulado “Fado na Baixa”. Estes espetáculos terão lugar no Grande Auditório do Fórum, sempre às 21h30, e os bilhetes variam entre 5 e 8 euros.

Começa por se apresentar no dia 23, o projeto “Fado 1111”.
Inspirados pela tradição oral que dita ter sido 1111, o ano de nascimento de D. Afonso Henriques, e Guimarães a génese da nossa Portugalidade, nasceu o projeto “Fado 1111”, a partir da Associação Guimarães Fado e que se propõe representar os dois géneros possíveis do Fado (Coimbra & Lisboa), expondo de forma autentica e genuína, as suas fortes divergências de estilo, mas também os seus claros pontos de contacto.

Pautando-se por óbvios critérios de rigor estético e qualidade musical desde a sua fundação (Agosto 2014), este grupo possui já uma assinalável expressão a norte de Portugal e Galiza.

No 1º trimestre de 2018, o projeto “Fado 1111” editará o seu primeiro trabalho discográfico.

O “Fado 1111” é composto por: Abílio Godinho – Guitarra Portuguesa (Estilo Lisboa); Joana Silva – Fadista; João Cardoso – Viola de Fado; Luís Teixeira de Campos – Cantor & Guitarra Portuguesa (Estilo Coimbra).

No dia seguinte, a 24, o “Fado Consentido” sobe ao palco, com: Raquel Castro – Voz; Paulo Sousa – Guitarra Clássica; Manuel Soares – Guitarra Portuguesa; Rui Reis – Viola Baixo; José Flávio Martins – Percussão.

«Porque o Fado é livre, é Poesia, é sentimento interior, é nosso é Lusitano, sentimos Fado e consentimos que ele voe também na fusão musical», refere o grupo.

No dia 25, é a vez da noite dedicada ao “Fado na Baixa”. Ao som da obra de José Afonso, Luiz Goes, Carlos Paredes e Artur Paredes, entre muitos outros, o “Fado na Baixa” promove, neste espetáculo dedicado à Guitarra Portuguesa e ao Fado de Coimbra, uma curta viagem pela origem, evolução e consagração da canção coimbrã.

Creditados músicos e intérpretes do Norte, com anos de palcos nacionais e internacionais, asseguram a interpretação ao vivo dos temas, que intercalam com breves interações com o público, que fica a perceber as motivações, o requinte, a poética e o lugar da canção coimbrã nesta forma de arte muito própria do povo português.