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Rui Rio venceu na concelhia da Maia com 18 votos de diferença

Com uma diferença de 18 votos, Rui Rio venceu as eleições diretas na Concelhia da Maia. A votação decorreu no último sábado, a bom ritmo, tendo votado nesta concelhia 756 militantes dos 996 com direito a voto.

Rui Rio contabilizou 385 votos, enquanto Santana Lopes arrecadou 367. Houve dois brancos e dois nulos.

Pedro Santana Lopes apostou muito na Maia, com o encerramento da campanha, na sexta-feira, no Fórum, ao lado de Bragança Fernandes, líder da distrital do Porto. Um grupo de militantes onde se destacava o vereador da autarquia, Paulo Ramalho, deu rosto ao apoio a Rui Rio. O resultado acabou por ser muito renhido no concelho.


Paulo Ramalho feliz com escolha dos militantes

Paulo Ramalho ficou bastante feliz com o resultado, tendo em conta a importância da concelhia da Maia, “uma das mais importantes do distrito do Porto, onde Santana fez o encerramento da campanha, e onde tinha apoiantes de peso, Bragança Fernandes e Emília Santos. Não deixa de ser verdade que Rui Rio tinha uma candidatura muito forte e que agradava até a pessoas que não eram militantes, havia um forte apoio popular e ainda bem que os militantes votaram neste sentido do que era a vontade do povo português”.

Apesar de considerar que Rui Rio demonstrou na campanha que era a pessoa que “estava melhor preparada e o melhor perfil para, nesta altura, ser líder do PSD”, Paulo Ramalho não deixou de defender que, a partir de agora, “todos temos que estar unidos no PSD, pois o partido é só um”.

Bragança Fernandes salientou o equilíbrio da votação

Bragança Fernandes preferiu salientar o facto de a votação ter sido “muito equilibrada com apenas 18 votos de diferença”.
Considerou ser algo normal tendo em conta que “são dois grandes candidatos, qualquer um que ganhe é bom”.

Sobre a afluência às urnas na Maia, Bragança disse que foi “interessante” e que se nota que “o partido está vivo e é bom que assim seja que é para vencermos as próximas eleições legislativas que se aproximam”.

(Para ler na íntegra na edição do Primeira Mão em papel de 19 de janeiro de 2018)