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Pais de jovens colhidos por comboio em Águas Santas não conseguem fazer o luto

Os pais dos três jovens que morreram depois de serem colhidos por um comboio na Maia em dezembro de 2015 não conseguem fazer o luto. Mais de dois anos depois da tragédia o processo continua em investigação.

Os familiares de três jovens que foram colhidos pelo comboio em Águas Santas, na Maia, não conseguem fazer o luto, dois anos depois da perda.
A fatalidade atingiu um português de 18 anos e dois espanhóis, um de 18 e outro de 20 anos, em dezembro de 2015, mas a justiça não deu respostas até agora. O processo continua em investigação judicial encontrando-se em segredo de justiça. As famílias dizem que estão a viver um “inferno”.

Os jovens estariam a grafitar uma carruagem e o revisor que se encontrava dentro da mesma terá atirado com pó de um extintor. Foi então que os jovens terão sido colhidos pelo comboio que seguia em sentido contrário.

O revisor continua a receber apoio psicológico e tem o seu serviço muito limitado, tendo sido ameaçado de morte após a tragédia.

Os pais das vítimas espanholas estão revoltados por ninguém lhes prestar informações, nem as autoridades espanholas nem as portuguesas. Os pais do jovem português também vitimado pela tragédia não se pronunciaram à reportagem realizada pela CMTV.