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Protocolo da Câmara com Associação Jurídica

A Câmara Municipal da Maia e a Associação Jurídica da Maia assinaram no passado dia 11 protocolo de cooperação pelo qual ambas as instituições assumiram reciprocamente obrigações de ajuda mútua no âmbito do estudo, formação, divulgação e promoção da ciência do Direito e da prática jurídica.

A Associação Jurídica da Maia (AJM) é uma instituição privada sem fins lucrativos, constituída em 2000. Promove a realização de conferências, colóquios, seminários e sessões de estudo nas mais diversas áreas do domínio do Direito.

Desenvolve ainda alguma actividade editorial, sobretudo com a publicação da revista MAIAJURIDICA. Atualmente a associação é presidida pelo Juiz Conselheiro João Fernando Ferreira Pinto.

Na ocasião, Silva Tiago sublinhou que “a Maia precisa de advogados e juristas interessados no desenvolvimento humano, social e económico da comunidade, que de forma organizada e moderna, procurem acompanhar a evolução dos tempos e contribuir para que a Justiça se faça com celeridade e competência, na certeza de que essa dimensão da nossa sociedade é essencial para que haja prosperidade, paz social e Justiça”.

O protocolo agora assinado vem reforçar o relacionamento entre as duas partes, Câmara e Associação Jurídica da Maia, visando “o interesse público a favor da nossa comunidade concelhia, que há na nossa cooperação proativa”, referiu ainda o presidente da Câmara, adiantando que esta visão de “qualificação dos serviços públicos e privados na área da Justiça tem sido objeto de diversas démarches junto da administração central e do governo, com vista a dotarmos este território concelhio das principais valências que melhor servem a população e as empresas da Maia no domínio da Justiça”.

Silva Tiago reforçou que “na abordagem que muitos investidores e empreendedores fazem à Câmara Municipal, no sentido de conhecer as potencialidades do nosso concelho para aqui se instalarem, a Justiça é quase sempre um dos tópicos da sua agenda, facto que a par de outros aspetos sociais e cívicos”, facto que motiva o autarca “para dar a esta área a máxima atenção”.