,

Município da Maia com resultado positivo na eficácia financeira

Torre Lidador

A Maia está entre os cinco municípios com eficácia financeira na Área Metropolitana do Porto. No ranking do distrito do Porto com melhor pontuação, a Maia segue Porto e Matosinhos. No que respeita aos municípios de grande dimensão, a Maia ocupa a 17ª posição nacional, no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses de 2017.

O concelho da Maia figura em 11º lugar por entre os municípios que mais abateram o seu passivo exigível, avaliado em 43,770 Milhões de euros no final de 2017. Em 10 anos, o passivo exigível do município caiu 58,5%.

A nível nacional o ranking dos que mais diminuíram a sua dívida é liderado por Lisboa (-138,9M€ M€), a que se seguem Vila Nova de Gaia (-27,6 M€) e Faro (-10,9M€).

Analisando as receitas, Maia é o quinto município que mais receita recebe de impostos e taxas. É um item que representa 64,8% da receita total cobrada. A média dnos 308 municípios portugueses é de apenas 40,1%.

Focando atenções no IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis – a Maia cobrou cerca de 21 milhões de euros, mas poderia ter arrecadado 27 milhões se cobrasse a taxa máxima desse imposto. Ou seja, o município deixou de integrar na sua receita cerca de 6 milhões de euros, a favor dos munícipes.
Neste diferencial entre o que é cobrado e que poderia ser cobrado, na AMP, o Porto lidera a lista com uma diferença de 21 milhões de euros, aparecendo a Maia na segunda posição.

O IMI em vigor tem uma ponderação de 0,39%, sendo a máxima 0,50%. Representa 31,7% da receita total do município. O diferencial na Maia se for analisado por munícipe significa que cada maiato poupa 40 euros relativamente ao máximo de imposto possível por lei.
Estes dados são vertidos na mais recente versão do “Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses”.