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Presidente da Câmara apresentou ARU da Vila do Castêlo da Maia

O Presidente da Câmara, António Silva Tiago, apresentou na manhã do passado sábado, 23 de fevereiro, no complexo de educação ambiental da Quinta da Gruta, a área de reabilitação urbana (ARU) aprovada para a Vila do Castêlo da Maia.

Perante um auditório essencialmente composto por promotores e agentes imobiliários, proprietários urbanos e alguns autarcas, o Edil maiato, explanou de forma clara e sem cábulas, os contornos da delimitação geográfica da ARU daquela freguesia, Vila do Castêlo da Maia.

Silva Tiago, demonstrando um completo domínio do dossier, aludiu ainda aos incentivos inerentes a esta medida, dedicando particular atenção, aos instrumentos de política fiscal ao alcance da autarquia, que foram utilizados para criar condições favoráveis ao investimento privado na reabilitação urbana daquela área.

Os promotores e proprietários imobiliários, terão assim, temporariamente, condições especiais com evidentes incentivos fiscais, particularmente em matéria de IMI e IMT, além de outras vantagens no que alude a taxas e a algumas facilidades ao nível do licenciamento, desde que se observem os pressupostos necessários para enquadrar a reabilitação nas regras estabelecidas pela ARU da Vila do Castêlo da Maia.

Em declarações exclusivas ao Primeira Mão, António Silva Tiago, quis sublinhar: – “… A Câmara Municipal está determinada em envolver os proprietários, os investidores e promotores imobiliários na regeneração e reabilitação da paisagem urbana, melhorando desse modo a qualidade de vida no território, quer do ponto de vista da eficiência energética, da melhoria da impermeabilização e revestimento de fachadas, como no que se refere à melhoria das condições de fruição e convivialidade pública dos espaços urbanos, nomeadamente áreas verdes, praças e outros equipamentos urbanos coletivos. O Município da Maia assume aqui um papel fundamental, não só pelo esforço financeiro que faz, prescindindo de receita fiscal municipal, mas também por todo o suporte técnico a montante, durante e à posteriori, sempre que nos chegam projetos neste âmbito. Creio que estão criadas condições muito favoráveis para que no final da vigência desta e das outras ARU’s, a realidade urbana seja outra e, naturalmente, melhor e mais aprazível à vista e à vivência…”.

Ana Rouxinol (Estagiária do ISCAP – Instituto Superior de Contabilidade e Administração / Curso de Comunicação Empresarial)