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Câmara Municipal da Maia acautela cibersegurança

A Câmara Municipal da Maia celebrou, no passado dia 6 de março, um protocolo de cooperação com o Gabinete Nacional de Segurança/Centro Nacional de Cibersegurança visando estabelecer as formas de cooperação entre esta entidade e o município maiato, no desenvolvimento das capacidades nacionais de cibersegurança, troca de conhecimento e no aprofundamento mútuo das capacidades nesta matéria.

No âmbito do protocolo, destacam-se algumas das principais áreas de cooperação: Desenvolvimento estratégico; Operações de cibersegurança; Formação e qualificação de recursos humanos; Políticas e exercícios de cibersegurança.

O documento foi assinado pelo vice-presidente da Câmara da Maia, Mário Nuno Neves, em representação da autarquia, e o Almirante António Gameiro Marques, em representação da Autoridade Nacional de Segurança e ainda pelo Engenheiro Lino Santos, coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança, em representação desta entidade.

Em declarações ao Primeira Mão, Mário Nuno Neves, vereador com o pelouro que tutela as questões da cibersegurança afirmou: “a Câmara Municipal da Maia não está especialmente exposta a ameaças e riscos em matéria de cibersegurança, está tão exposta como as demais instituições da mesma natureza, e esses riscos e ameaças estão associadas à possibilidade de intrusões indevidas e ilegítimas com o objetivo de roubo, bloqueio e acesso a dados.

Ao celebrar o citado Protocolo com o Centro Nacional de Cibersegurança entidade pública, governamental, especialmente apta para a formação de quadros e assessoria em situação de risco ou risco iminente de ataque cibernético, a Câmara Municipal da Maia, a única a fazê-lo na Área Metropolitana do Porto, reforça as suas competências e capacidade de reação perante eventuais quebras de segurança”.

De acordo com o vice-presidente da Câmara, as necessidades da autarquia da Maia, a este nível, “passam pela formação alargada a quadros da holding municipal, que embora não estejam vinculados a unidades orgânicas relacionadas com os sistemas de informação, utilizam, diariamente, ferramentas de índole informática, o que obriga a uma especial consciencialização das precauções a tomar, tendo em vista a redução substancial do risco.

A execução do Protocolo reforçará, com toda a certeza, a cibersegurança no sistema alargado da holding municipal e contribuirá para que a permanente transformação digital aconteça de forma mais protegida.”

Ana Rouxinol (Estagiária do ISCAP – Instituto Superior de Contabilidade e Administração / Curso de Comunicação Empresarial)