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Câmara da Maia optimista quanto ao futuro do Tecmaia

O Tecmaia, Parque de Ciência e Tecnologia da Maia, está à espera que o accionista Estado cumpra a sua parte no reequilíbrio financeiro desta estrutura. Até 15 de Dezembro torna-se necessária a entrada de cerca de um milhão de euros.

Paulo Ramalho, vereador do desenvolvimento económico do município da Maia, salienta que a câmara maiata, como accionista principal, já cumpriu com a parte que lhe toca ao aprovar recentemente a injecção de cerca de 500 mil euros, sendo agora “importante que o Estado cumpra também com a sua obrigação”.

Paulo Ramalho

“Esta é uma questão pontual que irá com toda a certeza ser resolvida”, assegurou. “Quanto às outras situações que neste momento afectam o Tecmaia do ponto de vista financeiro, estou convicto que a autarquia, a administração da Tecmaia e o governo vão encontrar as soluções adequadas para resolver a questão”, salientou Paulo Ramalho.

O vereador nem sequer coloca outra possibilidade quanto ao futuro do Tecmaia, tendo em conta que o parque inclui empresas que são “uma mais valia para a economia nacional”.

A maioria das empresas em causa são “exportadoras, com forte cariz internacional, que, para além da actividade económica que desenvolvem, oferecem um conjunto de postos de trabalho altamente qualificados, constituindo um bom exemplo da ligação das empresas à universidade”.

Para o autarca, esta estrutura tem futuro, podendo ser encontrada “uma solução para o reequilíbrio financeiro ou no mercado nacional ou mesmo no mercado internacional”.

Foram declarações efectuadas à margem da visita do secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Luís Brites Pereira.

Angélica Santos