Emília Santos interpela Ministério da Educação sobre o mapeamento de escolas

A deputada maiata Emília Santos questionou o Ministério da Educação sobre o mapeamento das infraestruturas da educação em várias regiões, incluindo a Área Metropolitana do Porto (AMP).

No requerimento, que é secundado por outros deputados do PSD, assinala que existe uma dotação de 350 milhões de euros de fundos comunitários do Portugal 2020 para resolver algumas carências de infraestruturas da educação, designadamente ao nível da reabilitação e requalificação das escolas do 2° e 3° Ciclos e algumas do ensino secundário.

A verba destinava-se a intervenções de melhoria nas condições de utilização de alguns estabelecimentos de ensino que se encontram degradados ou a precisar de obras urgentes, quer por questões de segurança, como por razões de saúde pública.

Emília Santos

Na Área Metropolitana do Porto, o “Mapeamento de Infraestruturas da Educação” está fixado em 60 milhões de euros e prevê a intervenção em 52 escolas.

Entre estas estão a Escola Secundária Alexandre Herculano, no Porto, em que a degradação das suas infraestruturas se tem vindo a acentuar, a Escola Básica e Secundária de Ermesinde, que esteve inscrita na Parque Escolar para requalificação e ampliação, a Escola Básica e Secundária Vieira de Carvalho, a Escola EB2/3 de Gueifães e a Escola EB2/3 Gonçalo Mendes da Maia, na Maia, que se destacam pela necessidade de uma reabilitação urgente.

Emília Santos pergunta ao Governo qual a sua posição em relação ao mapeamento e questiona se é verdade que este mapa vai ser revisitado e porventura alterado.