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Cada maiato já recolhe seletivamente quase 70 quilos por ano de resíduos

A Maia atingiu um novo recorde do indicador “preparação para reutilização e reciclagem” que atingiu, no primeiro semestre de 2019, os 46,35%. «Na Maia a reciclagem não é moda, mas uma realidade cada vez mais sólida», refere a este propósito uma nota de imprensa da Maiambiente.

Esta superação, face às metas definidas pelo Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU), que definia que a Maia atingisse, até 2020, os 38% neste indicador, contraria a tendência nacional de não cumprimento da meta.

Neste período, também as “retomas com origem em recolha seletiva” registaram crescimento, atingindo os 69,25 kg por habitante (contra os 67,2 kg registados em 2018). «Valores que só foram possíveis atingir graças ao empenho e envolvimento da população maiata no processo de separação», sublinha a Maiambiente.

No total, a Maiambiente enviou para reciclagem e compostagem 10.591 toneladas de materiais com potencial de valorização, um crescimento de 6% face ao ano passado. O destaque vai para o papel/cartão com 1.718 toneladas recolhidas, seguido do vidro, com 1.661 toneladas e das embalagens plásticas/metálicas com 1.439 toneladas. 

Os resíduos orgânicos recolhidos atingiram as 1.197 toneladas, seguido dos resíduos verdes a registar 1.168 toneladas recolhidas e os resíduos de construção e de demolição (RCD) com 1.108 toneladas.

Em termos percentuais, é de salientar o aumento de 31% na recolha de metais (54 toneladas), de 15% nos resíduos têxteis (104 toneladas) e de 10% nos objetos volumosos (407 toneladas).

Foram ainda enviados para reciclagem 793 toneladas de madeira, 159 toneladas de plásticos rígidos e 102 toneladas de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE). Contribuíram também para estes resultados a recolha de óleos alimentares usados, pilhas e baterias, lâmpadas, tampinhas, entre outros.