23ª edição do Festival de Teatro Cómico vista por 12 mil pessoas

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A organização conta que foram cerca de 12 mil espetadores que assistiram aos 30 espetáculos que passaram pela Maia nos 10 dias de festival de Teatro Cómico.

Com “Gag Movie”, uma estreia mundial da reputada companhia madrilena Yllana, e o Grande Auditório completamente esgotado, terminou no domingo, 14 de outubro, a 23ª edição do Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia (FITCM).

Mais uma organização da Câmara Municipal da Maia com produção e direção artística do Teatro Art’Imagem, que desde o dia 5 de outubro apresentou 30 espetáculos, por 25 Companhias: 10 portuguesas (Nova João Telmo&Nova Companhia, D’orfeu, Eva Ribeiro, Nuvem Voadora, Trio Giro, Baal 17, Teatro Extremo, Umbigo Teatro, Seistopeia e Ana Lage), outras seis de Espanha, ainda três de Itália, uma francesa, não esquecendo as coproduções internacionais: Maribondo Portugal/Alemanha, Mr Bang/Teatro Della Caduta, Maintomano Espanha/França e «o maior de todos os “bufões” vivos, Leo Bassi (EUA/Itália/Espanha) sempre entusiasticamente aclamado na Maia, que mais uma vez conseguiu trazer consigo para a rua as mais de quinhentas pessoas, que assistiram ao seu “O Último Bufon”, para em conjunto soltarem um grito catártico contra o medo e pela liberdade».

Estiveram presentes no Festival entre Atores, Criadores, Produtores, Técnicos das diversas Companhias e da Organização cerca 122 Profissionais.

«Os espetadores deste Festival único no pais, que homenageia o Cómico nas suas múltiplas facetas e disciplinas teatrais, em que o riso e o humor são o mote principal dos trabalhos artísticos programados, tiveram oportunidade de assistir a espetáculos com textos de grandes autores universais como Calderón de la Barca, Luís Benavente, Avellaneda, Hans Christian Andersen, o brasileiro Roberto Athyde e autores contemporâneos de diversas latitudes até espetáculos sem palavras e de várias disciplinas teatrais, da comédia clássica ao cabaret, da farsa ao mimo e à pantomima, do novo circo ao teatro físico ou visual, das marionetas ao teatro de formas e objetos, da nova multi-comédia à música-teatro e das modalidades mais contemporâneas que usam os meios audiovisuais e digitais, para celebrarem o jogo dos homens que é o Teatro em geral», refere o Grupo Art’Imagem em comunicado de balanço do Festival.

 
A edição deste ano, cujo slogan foi “A Eutanásia da Resignação”, contou pela primeira vez com interpretação em Língua Gestual Portuguesa em vários espetáculos, o que tornou o FITCM mais inclusivo.

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