BABBI F (Bárbara Silveira) dá os primeiros passos na música com o tema “Lion Heart”

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foto cedida por Bárbara Silveira
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BABBI F é uma jovem da Maia. Bárbara Silveira, de 23 anos, tem formação de enfermeira, mas decidiu dedicar-se inteiramente à vida artística.

BABBI F apresenta-se como a nova revelação da música Pop em Portugal, numa altura em que lança o vídeo de estreia “Lion Heart”.

Bárbara Silveira nasceu no Porto, mas sempre viveu na Maia, de onde são naturais os seus pais. A sua vivência e os tempos de escola sempre foram influenciados pela comunidade educativa da Maia.

Os pais estão ligados à área da Saúde, por isso tirou o curso de enfermagem, na Universidade Católica. Mas afirma que esta formação sempre foi encarada como o plano B, já que o sonho para a sua vida é “ser artista”, um projeto de vida onde acredita estar a dar nesta altura os primeiros passos.

A jovem inspira-se na sonoridade K-Pop e Pop norte americana para apresentar o seu primeiro single “Lion Heart” no youtube (youtu.be/R9bSd2M7cTA).

O vídeo é a primeira amostra do novo álbum, “The Beginning”, que vai estar disponível no dia 29 de Janeiro, em todas as plataformas digitais.

O single e o álbum são edições de autor, mas BABBI F afirma contar com todo o apoio da família e de amigos, bem como uma equipa de técnicos de som, imagem e bailarinos, que a têm acompanhado neste trabalho de uma forma muito motivadora.

Bárbara é a responsável pela composição de todos os temas e algumas das suas referências musicais vão desde Ariana Grande, Shawn Mendes, Justin Bieber, Beyoncé, Michael Jackson até ao fenómeno da Coreia do Sul, a K-Pop, com os BTS, Girls Generation, entre outros.

Bárbara reflete a sua determinação, força, autoconfiança e tem como missão transmitir a mensagem de que “não temos de ser rebaixados e criticados por sermos diferentes. Temos de nos amar como somos, ser fortes, acreditar em nós e aproveitar a vida ao máximo”.

O resultado destes temas e as mensagens implícitas resultam da sua vivência pessoal desde muito pequena, altura em que começou o gosto pela aprendizagem da música.

Primeiro, começou como autodidata, quando aos 5 anos recebeu de presente dos pais um pequeno órgão. Depois, já com uma guitarra, começou a criar as suas próprias músicas e a cantá-las para os pais.

Por volta dos 15 anos, começou a ter aulas com uma professora de música – Carla Neves. Só foi durante cerca de um ano, mas foi importante, sublinha Bárbara, porque “ela incentivou-me e deu-me força para lutar pelo meu sonho de cantar”.

“ser a criadora do meu próprio trabalho”

Bárbara explica-nos que não optou por concorrer a concursos de talentos, porque, por um lado, não tinha tempo, pois trabalhava como enfermeira e tinha horários muito fixos, e, por outro, sempre gostou mais de “ser a criadora do meu próprio trabalho”. Por isso, escolheu desde muito cedo “a criação dos seus temas e vídeos diretamente para o Youtube”.

Agora com o lançamento de “Lion Heart” espera iniciar a sua “grande estreia em grandes palcos”, pois a experiência de espetáculos foi apenas na dança.

Porém, uma agenda de espetáculos ainda demorará a encher, principalmente por causa da pandemia e os constrangimentos que daí resultam.

Assim, Bárbara Silveira volta o seu empenho para o digital e as atuações e publicações online. O ideal será o contacto com o público em palco, mas enquanto isso não é possível, o digital vai ser a principal aposta.

A jovem artista aponta neste âmbito algumas vantagens: não há fronteiras, a projeção pode ser mesmo a nível internacional, “podemos conectar-nos mais facilmente com as pessoas, criando uma pequena comunidade, a comunicação sobre o gosto das pessoas é mais imediata”. Neste aspeto, “é muito mais fácil criar laços com o público”.

Para tornar possível a edição no youtube deste primeiro vídeo “Lion Heart”, Bárbara Silveira refere que tinha o ideal do trabalho a apresentar, mas a equipa de profissionais liderada por Rui Soares e Teresa foi fundamental.

Com a pandemia, o trabalho foi mais difícil e mais demorado, lembra BABBI F: “tive várias pessoas para me ajudar, elas foram muito importantes para colocar em prática as minhas ideias, num processo muito engraçado e criativo. Ao mesmo tempo foi um stresse, devido às paragens com a pandemia, tornando difícil arranjar o espaço e os dançarinos. Demorou mais ou menos três meses a preparar tudo, mas gostei bastante”.

VÍDEO “Lion Heart”:

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