Está de volta o Fazer a Festa com teatro de âmbito internacional

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Vai abrir, no Fórum da Maia, a 36º Edição do FAZER A FESTA – Festival Internacional de Teatro, o terceiro mais antigo do país, com a peça “Os Cegos”, pela Companhia de Teatro de Braga.

O festival decorrerá nas cidades da Maia – Fórum da Maia e Quinta da Caverneira -, e do Porto – Casa das Artes, entre o dia 29 de junho e 9 de julho.

A programação geral cujo tema é “O tempo que passa não passa depressa ou o teatro entre passado e futuro”, consta da apresentação de espetáculos por 9 companhias, sendo 5 portuguesas (Companhia de Teatro de Braga; Centro Dramático de Viana; Casa da Esquina/ Coimbra; Fértil Cultural/Famalicão; Musgo-Produção Cultural/Sintra), 3 espanholas (Teatro Guirigai/Los Santos de Maimona, Extremadura; Tranvia Teatro/Valência, País Valenciano e Arden Producciones/ Saragoça, Aragão) e uma luso-australiana (Mari& Crupi Theatre Company).

A abertura  terá lugar no Grande Auditório do Fórum da Maia, quinta-feira, 29 de junho, pelas 21h30, com “Os Cegos”, a partir de um texto do Nobel, Maurice Maeterlinck,  encenado  por  Rui Madeira, da CTB. 

Um teatro estático, uma metáfora sobre uma Europa paralisada pelo medo, o drama dos refugiados e Nós, num espetáculo sobre a apropriação da Palavra, a  Memória, os Sentidos e os Sentimentos, interpretado por membros de uma comunidade de leitores de teatro, muitos deles refugiados vivendo em Braga. 

Durante todo o Festival e no final de cada peça, abrir-se-á um Espaço de Conversa (15 minutos) para as companhias responderem a perguntas suscitadas pelos espetadores.

Realizar-se-ão três encontros às 18h30 em diversos bares da cidade do Porto denominadas CHÁ AO TEATRO – Conversas de fim de Tarde, onde três diretores de companhias presentes falarão sobre as suas peças apresentadas no Festival.

Nos dias 6, 7, 8 e 9 de julho o Festival decorrerá na Quinta da Caverneira, em Águas Santas, em simultâneo com a exposição entre 29 de junho e 9 de julho, a FESTASfeitas, com a mostra dos cartazes que têm promovido o festival ao longo dos 36 anos.

“Um Festival feito de cumplicidades artísticas e teatrais, entre companhias com mais de trinta anos de atividade até outras que ainda não completaram os seus dez anos de vida. Espetáculos para o nosso tempo e que falam de todos os tempos”, refere a organização, liderada por José Leitão do Grupo de Teatro Art’Imagem, que mantém uma parceria com a Câmara Municipal da Maia. 

Pedro Carvalho, também do Art’Imagem, revelou que o orçamento global do certame é de 60 mil euros, incluindo os 12 mil euros provenientes da DG das Artes e todo o apoio logístico contabilizado com equipamento e pessoal que é cedido pela Quinta da Caverneira e Casa das Artes, palcos principais do festival.

Esta edição conta o apoio da Direção Geral das Artes/Ministério da Cultura, Câmara Municipal da Maia, Direção Regional da Cultura Norte e Instituto Português da Juventude.

Angélica Santos

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