Festival de Música da Maia chega esta noite ao auditório Venepor

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E está aí o Festival de Música da Maia de 2010. Começa esta noite, com Luís Represas a subir ao palco do auditório Venepor, a partir das 21h30. O festival mudou de casa. Devido às obras que decorrem nas instalações do Fórum da Maia, este ano será o auditório Venepor a acolher os convidados do festival. Uma organização do pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Maia, que acontece há 17 anos consecutivos.

A diversidade do programa do festival tem sido, desde sempre, a grande aposta do pelouro da cultura. “Esse é um dos timbres do nosso certame, a diversidade e a qualidade”, referiu Victor Dias, responsável pela programação do festival.

O objectivo é ir de encontro aos gostos dos diferentes públicos, passando pelo Jazz, a música clássica, o Rock e o Pop, e as denominadas músicas do Mundo. Embora, este ano, a organização esteja um pouco limitada, em termos de objectivos, devido à mudança de palco. Um esforço em prol da melhoria das condições da grande sala de espectáculos do concelho. “É um sacrifício por uma causa justa. As pessoas vão ter um auditório mais confortável, com materiais mais seguros. Será uma melhoria e será um sacrifício que o público vai ter de fazer, neste festival e em outros eventos, que é estar numa casa mais pequena, que só tem 350 lugares”, referiu. A capacidade do grande auditório do Fórum da Maia é de 700 lugares, o dobro da capacidade do auditório que este ano recebe o festival de música.

Com uma casa mais pequena, os espectáculos tendem a esgotar mais rapidamente. Foi o caso do espectáculo desta noite, com Luís Represas. “Esgotou praticamente na primeira manhã que os bilhetes foram colocados à venda”, adiantou. Outros espectáculos estão também muito próximos de esgotar. É o caso do espectáculo de encerramento do festival com a Orquestra Filarmonia das Beiras, assim como o concerto do maestro António Vitorino de Almeida e de Torre D’Anto (fado de Coimbra).

Apesar das condicionantes, as expectativas para este festival são as melhores. Até porque, diz Victor Dias, “este é um festival que já tem provas dadas, tem uma longa história na vida cultural da cidade e do concelho da Maia. Tem uma programação que procura captar públicos com interesses e gostos muito distintos”, sublinhou.

Fernanda Alves