Festival de Teatro Cómico realiza-se de 5 a 14 de outubro

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Já foi aprovada a verba para apoiar a realização do 23º Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia, que se realizará de 5 a 14 de outubro deste ano.

Em Maio, o executivo da Maia aprovou que a entidade produtora do evento seja a Companhia de Teatro Art’Imagem e que seja disponibilizada a verba de 130 mil e quinhentos euros “destinada a fazer face a despesas com a produção do festival”, desde a produção, licenças, policiamento, promoção, etc.

No entanto, e para que a CMM não tenha a seu cargo todo o suporte de custos relativos ao certame, a proposta indica que “serão apresentadas candidaturas a possíveis patrocinadores e mecenas e cobradas entradas nos espetáculos que se realizarão no Grande Auditório” do Fórum da Maia. Desta forma, a previsão de receita prevista é de mais de 42 mil euros. Sendo de referir que não está prevista alteração de custos e receitas relativamente à edição do ano passado.

A CMM suporta o apoio a este festival tendo em conta que o “Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia tornou-se, pela sua comprovada qualidade no maior festival de teatro do seu género no país e num dos maiores da União Europeia. Organizado pela Câmara da Maia e produzido pela Companhia de Teatro Art’Imagem, o Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia trouxe aos seus palcos as melhores companhias, grupos, atores, autores e encenadores que produzem este segmento específico teatral – teatro cómico – abordando-o de uma forma muito séria”, refere a proposta do pelouro da Cultura, aprovada em reunião de Câmara.

Para a edição de 2018, o festival apresentará 33 espetáculos e decorrerá não só no Fórum da Maia, também no exterior e na Praça Doutor José Vieira de Carvalho e nas estações do metro.

A autarquia da Maia tem “orgulho em ser a entidade organizadora deste acontecimento de referência de natureza cultural, durante mais de duas décadas, tendo em conta as centenas de iniciativas parecidas, que nos últimos anos, em todo o país, deixaram de ser produzidas ou estão reduzidas à sua expressão mínima”, é referido na proposta aprovada pela autarquia.

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