Maia quer paragem na futura ligação de TGV entre Vigo e Porto

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Até 1 de junho encontra-se no átrio da Torre do Lidador a exposição comemorativa dos 25 anos do Eixo Atlântico. A inauguração decorreu no dia 17, às 16h00, com a presença do presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes, do vice presidente, António Tiago, da vereadora dos Recursos Humanos, Marta Peneda, e do vereador das Relações Internacionais, Paulo Ramalho.

Trata-se de um conjunto de 36 painéis, articulados em forma de 9 cubos, onde o público poderá percorrer as fotografias que recordam a história do Eixo Atlântico e as iniciativas mais marcantes no âmbito da cooperação transfronteiriça e estruturação do sistema urbano.

A Câmara Municipal da Maia é membro do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular desde 1 de janeiro de 2015.

Esta associação transfronteiriça é integrada pelas principais cidades da Galiza e da região norte de Portugal, que procuram trabalhar em conjunto no sentido da promoção do desenvolvimento e da coesão económica, social e cultural das cidades e das regiões abrangidas, nomeadamente, mediante a estruturação de um território comum.

Bragança Fernandes recordou que o Eixo Atlântico integra 38 concelhos, uns com frente marítima e outros mais do interior. A Maia faz parte e “tem participado de diversas ações de intercâmbio com os outros concelhos, graças a esta associação”.

O autarca faz votos para que a entidade consiga atrair ainda mais concelhos para ganhar força na implementação de alguns dos seus projetos.

Bragança defende paragem junto ao aeroporto na ligação ferroviária Porto/Vigo

O presidente da Maia referiu que, recentemente, esteve em discussão o TGV do Vigo ao Porto, sendo que “pedimos que uma estação fosse colocada na Maia, nomeadamente junto ao aeroporto”.

Ao Primeira Mão, Bragança Fernandes referiu que, no âmbito deste projeto, “estão a ser feitos estudos de mercado”. O edil revela que a ideia é que haja “um comboio rápido que faça a ligação entre o Porto e Vigo numa hora.

Ora isto será muito positivo para a Maia, porque sempre que um projeto traga pessoas para o município é um impulso para a economia. Tudo o que seja inovação nesta área é bom para a Maia”.

Por tudo isto e muito mais, Bragança Fernandes defende que a Maia só beneficia em estar presente neste tipo de agregações de municípios transfronteiriças, até porque o Eixo Atlântico tem dinamizado diversos intercâmbios também aos níveis desportivo e cultural.

Assim, frisou o presidente da Maia, “já estamos neste pelotão, temos que ser os melhores, e por isso, continuar a pedalar para que a Maia vista a camisola amarela!”

Angélica Santos

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