Mais de 4.000 espectadores assistiram à 25ª Edição do Festival Internacional do Teatro Cómico

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Imagem CMM

A 25ª edição do Festival Internacional de Teatro Cómico da Maia (FITCM) fechou com a apresentação de “Hamlet”, de Shakespeare, pela Companhia do Chapitô.

A organização foi da Câmara Municipal da Maia com a Direção Artística e Produção do Teatro Art’Imagem. Os espetáculos aconteceram entre os dias 2 a 11 de Outubro e contaram com 4.302 espectadores.

A edição deste ano ficou marcada pelo contexto diferente que o país e o mundo atravessam. Ainda assim, a Câmara Municipal da Maia e o Teatro Art’Imagem conseguiram que o Festival tenha sido vivido plenamente e de forma segura, tendo o público, artistas, técnicos e assistentes de sala colaborado ativamente no êxito desta edição.

O encontro coletivo do Teatro Cómico decorreu sob o signo de “O Riso Desconfina a Inteligência”. Foram apresentadas 30 sessões de 29 espetáculos diferentes, protagonizados por 29 companhias e artistas, 19 delas estrangeiras oriundas das várias autonomias de Espanha (Prod. Excéntricas/Teatro Adro, Pedras de Cartón, Rolabola, Clown Enano, Teatro do Guirigai, Cia. Traspediante, Imaginart/Kull D´Sac, Fabiolo Prod, Pepa Plana, Angel Fragua, La Troupe Malabó, La Macana e Edu Manaza), Itália/Brasil (Teatro C´art/Teatro del Respiro), Alemanha/PT (Marimbondo), Polónia (Pina Polar) e 10 companhias portuguesas (Teatro das Beiras, Chapitô, Fértil, Nova Companhia, Eva Ribeiro, Boca de Cão, Mr. Milk, Fric à Frac, As Testemunhas Duo e Companhia Xpto), numa variedade de propostas artísticas, muitas delas premiadas em alguns festivais internacionais, que agradaram diferentes públicos e diferentes idades. Foram estreia em Portugal 7 espetáculos e duas peças portuguesas contaram com interpretação em língua gestual.

Estiveram presentes aproximadamente 150 artistas na Cidade da Maia, durante dez dias consecutivos, celebrando as diversas facetas com que o Teatro e outras artes olham o humor, o riso, a comédia e a sátira.

O espetáculo contou com artistas de renome nacional e internacional e jovens criadores que ousaram experimentar, misturando os enredos, palavras e ecos dos eternos Homero, Shakespeare, Cervantes, ou Dario Fo e novos dramaturgos.