No Parque Central da Maia mais uma edição de Cinema na Relva

0
234
- Publicidade -

Nesta sexta-feira e sábado (21 e 22 de julho) e no fim de semana seguinte (28 e 29 de julho), o Parque Central da Maia recebe mais uma edição do “Cinema na Relva”, um ciclo de filmes para ver ao ar livre, com entrada gratuita, promovido pelo Cineclube da Maia. As exibições começam sempre às 22h00.

Com previsão de temperatura agradável, nesta sexta-feira o público poderá assistir a “La La Land” (2016), uma obra de Damien Chazelle, que valeu os sete Globos de Ouro para que tinha sido nomeado: Melhor Filme de Comédia ou Musical, Melhor Actriz de Comédia ou Musical (Stone), Melhor Actor de Comédia ou Musical (Gosling), Melhor Realizador (Chazelle), Melhor Argumento, Melhor Banda Sonora e Melhor Canção Original.

Já no sábado, 22 de julho, será a vez da comédia “O Meu Tio” (1958), de Jacques Tati.
“Capitão Fantástico” (2016), agendado para o outro sábado, 28 de julho, com assinatura do ator e realizador Matt Ross (“28 Hotel Rooms”), “Capitão Fantástico” foi apresentado no Festival de Cinema de Cannes onde, para além de receber uma ovação de pé, conquistou o prémio de realização na secção “Un Certain Regard”.

Para finalizar este ciclo que vai para a sua sétima edição, no sábado, 29 de julho, “Tão Só o Fim do Mundo” (2016), de Xavier Dolan, inspira-se na peça homónima escrita em 1990 pelo francês Jean-Luc Lagarce (1957-1995).
O Parque Central da Maia, onde a iniciativa tem lugar, fica junto à estação de metro Fórum Maia.

21 de julho, 22h00

“La La Land” de Damien Chazelle
2016 | M/12 | 2h 08min | comédia, música, drama

Los Angeles, EUA. Mia (Emma Stone) tem um sonho: singrar em Hollywood e tornar-se uma estrela de cinema mundialmente conhecida. Sebastian (Ryan Gosling), por seu lado, é um pianista prodigioso mas pouco valorizado que ambiciona ter o seu próprio bar. Um dia, sem que o esperassem, os seus destinos cruzam-se e eles apaixonam-se perdidamente. Aquela é uma cidade estranha, onde a competição e a busca individual pela fama geram inevitáveis obstáculos aos relacionamentos.

Com argumento e realização de Damien Chazelle – realizador do oscarizado “Whiplash – Nos Limites” –, “La La Land” transformou-se na maior vitória de sempre na cerimónia da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood. Para além de Stone e Gosling como protagonistas, o elenco conta com J.K. Simmons, Rosemarie DeWitt, Thom Shelton e ainda com a participação especial do músico John Legend.
 

22 de julho, 22h00

“O meu tio” de Jacques Tati
1958 | M/6 | 1h 57min | comédia

O senhor e a senhora Arpel têm uma casa moderna num quarteirão asséptico. Eles têm tudo, conseguiram tudo, na casa deles é tudo novo: o jardim é novo, a casa é nova, os livros são novos. Neste universo tão confortável, tão “clean”, tão “hich-tech”, tão bem programado, o humor, os jogos e a sorte não têm lugar. E o filho Gérard aborrece-se de morte. É então que irrompe na sua vida o irmão da senhora Arpel, o tio, o Sr. Hulot (Jacques Tati). Personagem inadaptada, habituada ao seu mundo caloroso, vai, para delírio do sobrinho, virar tudo de pernas para o ar.
 
28 de julho, 22h00
“Capitão Fantástico” de Matt Ross
2016 | M/14 | 1h 58min | comédia, drama
Há já dez anos que Ben e Leslie vivem nas florestas selvagens do Pacífico Norte com os seus seis filhos menores. Separados do resto do mundo, decidiram criar ali um paraíso onde as crianças pudessem crescer livres e em total harmonia com a Natureza. Um dia, Leslie é hospitalizada e acaba por morrer. Obrigado a deixar a floresta e regressar à civilização para a cerimónia fúnebre da mulher, Ben vai descobrir que, ao educar os filhos daquele modo tão peculiar, acabou por criar um fosso entre eles e os outros.

“Capitão Fantástico” foi apresentado no Festival de Cinema de Cannes onde, para além de receber uma ovação de pé, conquistou o prémio de realização na secção “Un Certain Regard”.
 

29 de julho, 22h00

“Tão só o fim do mundo” de Xavier Dolan
2016 | M/14 | 1h 37min | drama
 
Louis é um escritor que regressa a casa depois de 12 anos de ausência para comunicar à família que está à beira da morte. Este encontro, que já se previa difícil pelas circunstâncias, vai despertar ressentimentos e abrir feridas antigas.

Depois de “Como Matei a Minha Mãe” (2009), “Amores Imaginários” (2010), “Laurence Para Sempre” (2012), “Tom na Quinta” (2013) e “Mamã” (2014), este sexto filme do jovem realizador canadiano Xavier Dolan inspira-se na peça homónima escrita em 1990 pelo francês Jean-Luc Lagarce (1957-1995).

- Publicidade -