Pedro Abrunhosa partilhou o palco com os Pequenos Cantores da Maia

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Acabado de chegar dos Estados Unidos onde recebeu o Prémio Carreira, integrado no International Portuguese Music Awards, o músico, compositor, autor e intérprete, deu no sábado passado, um concerto memorável, no grande auditório do Fórum da Maia.

Ao longo de quase três horas consecutivas de espectáculo, o público que lotou por completo a sala, vibrou com as canções que povoam o seu imaginário musical das duas últimas décadas, cantando sem cessar.

Pequenos Cantores da Maia

Pela segunda vez em poucos meses, o Coral Infantil Municipal dos Pequenos Cantores da Maia foi de novo convidados especiais de Pedro Abrunhosa, para partilhar com ele o palco e a interpretação de três canções.

Para além do tema que já gravaram conjuntamente em estúdio, em áudio e vídeo – “O melhor está pra vir”, cujo videoclip, disponível no “youtube”, até hoje, já foi visualizado por mais de 133 930 vezes, e que o músico estreou ao vivo com os Pequenos Cantores da Maia na Casa das Artes em Famalicão, os convidados de Pedro Abrunhosa cantaram ainda “Todos lá pra trás” e a fechar o concerto “Tudo o que eu te dou”.

Com uma impressionante energia, Pedro Abrunhosa, reunido com o seu Comité Caviar, teve o público na mão desde o primeiro ao último momento, confirmando no palco e na plateia, por onde se passeou cantando, a sua imensa capacidade de comunicação com o público, servida por canções com músicas muito “orelhudas”, quer dizer, que entram facilmente no ouvido, e por letras que em certos casos são belos poemas.

Pedro Abrunhosa e Pequenos Cantores da Maia
Pedro Abrunhosa e Pequenos Cantores da Maia – Foto José Tomé

Todos esses predicados artístico-musicais, acrescidos por um profissionalismo irrepreensível, que não negligencia nenhum detalhe, fazem de Pedro Abrunhosa uma estrela pop, com um carisma e magnetismo que habitualmente só encontramos nas grandes estrelas do “sow-bis”, normalmente suportadas em estruturas superprofissionais de televisão e produção de conteúdos mediáticos.

No final do concerto era visível a satisfação e boa disposição das pessoas que ao longo daquelas três horas, partilharam o mesmo espaço, viveram emoções e sensações semelhantes, sem olhar às suas naturais diferenças sócio-económicas, ideológicas, confessionais, culturais ou etárias.