Rotary da Maia lamenta acusações de Raul Cunha e Silva

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“É absolutamente lamentável que um sócio dum clube rotário, conhecedor da sua forma de actuar e de estar, se preste a trazer a público afirmações insultuosas como as proferidas”. É ao ponto 7 de um comunicado de 9 pontos que o presidente do Rotary Clube da Maia classifica as declarações de Raul Cunha e Silva na edição da passada semana de Primeira Mão, na sequência das eleições para a nova direcção do Instituto Cultural da Maia (ICM).

No documento, Joaquim Ferreira Guedes lembra que o Raul Cunha e Silva foi fundador e presidente do Rotary maiato e foi convidado a dirigir o Instituto Cultural, quando do seu lançamento, há cerca de seis anos.

Sobre as eleições, o presidente do Rotary refere não ter sido possível construir uma lista de consenso mas garante que o acto eleitoral “decorreu com toda a legalidade e sem qualquer contestação no decorrer da assembleia”, tendo a maioria absoluta dos associados do ICM preferido o lista liderada por José Eduardo Macedo, também um dos ex-presidentes do Rotary Clube da Maia. Joaquim Ferreira Guedes lamenta, pois, que Raul Cunha e Silva tenha decidido, mais tarde, “pronunciar-se duma maneira que não é própria do Movimento Rotário”, que “mantém uma actuação discreta, mas importante para a comunidade, suprindo necessidades dos maiatos, sem procurar qualquer protagonismo”.

Num outro documento, enviado a Primeira Mão, o presidente eleito do ICM faz um relato do votação efectuada em assembleia-geral, onde estiveram representados 40 dos 42 associados, “sendo que 20 dos associados estiveram presentes e outros 20 foram validamente representados por outros associados”. Conta José Eduardo Macedo que contados os votos “verificou-se que faltavam alguns boletins de voto (gerada pelo facto de haver 50% dos associados representados e alguns terem várias representações), o que levou a Mesa a colocar o problema à assembleia, tendo esta, por unanimidade, optado por repetir o acto eleitoral (em vez de uma segunda contagem como foi noticiado), para que não restasse qualquer dúvida sobre a vontade da assembleia”.

Desta votação resultou a vitória de José Eduardo Macedo para a direcção, de Carlos Pinto e Castro para o conselho fiscal e de Paulo Ramalho, proposto pela candidatura de Raul Cunha e Silva, para a mesa da assembleia-geral.

O presidente do Instituto Cultural da Maia termina o comunicado manifestando a certeza de que a instituição será “mais fortes para fazer crescer o serviço do nosso ICM à comunidade maiata em especial aos que têm fundadas expectativas num serviço cada vez mais amplo”.