ARDACM: Uma época para esquecer

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A temporada 2009/2010 não deu grandes razões para sorrir aos elementos da Associação Recreativa e Desportiva “Os Amigos das Crianças da Maia” (ARDACM). A equipa A foi última da 1ª Divisão Distrital Série 1 da AF Porto e a equipa B também não ficou muito bem classificada na 3ª Divisão, o que ditou a extinção desta formação.

O presidente do clube maiato de futsal, Jorge Lemos, afirma que “com alguns azares à mistura, acabou por não correr bem” até porque “não conseguimos atingir os objectivos principais”. A equipa A ficou perto da manutenção mas “tivemos o azar de perder o último jogo, de outra maneira teríamos garantido a permanência”. Já quanto à equipa B, a história é outra, uma vez que acabou por ser extinta. “Decidimos acabar com a segunda formação por razões económicas. Além disso foi um campeonato muito extenso, cansativo e com muitas lesões. Devido ao mau momento da equipa principal, houve jogadores que tiveram que jogar pela equipa A para que tivéssemos um plantel mais competitivo”, justifica Jorge Lemos.

Para a nova época, o próprio Jorge Lemos continua à frente de uma equipa técnica que conta também com Isidro Silva, Jorge Seabra, Marlene Martins e Cláudia Ribeiro. A equipa, com 15 jogadores, já trabalha desde o início de Setembro sem grandes alterações no plantel. “Apostámos na manutenção do núcleo duro da equipa. A nível de aquisições, temos só a entrada de um atleta vindo da Coopermaia”, conta o presidente e treinador do ARDACM.

Em relação aos objectivos, Jorge Lemos aposta em voltar à 1ª Divisão. “Neste momento, o nosso objectivo é a subida de divisão. É por isso que vamos lutar e trabalhar durante o ano”.
O ARDACM começa a época com um derby maiato no pavilhão do S. Pedro Fins, no primeiro fim-de-semana de Outubro. Um jogo de onde Jorge Lemos quer trazer pontos. “As expectativas são grandes. Ainda por cima sendo contra com outra equipa maiata. Ainda não conhecemos bem as alterações que houve no S. Pedro Fins mas queremos começar logo a pontuar”, conclui o técnico do ARDACM.

André Cordeiro