Clube Académico nasceu em Pedrouços

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Chama-se Clube Académico de Pedrouços e existe há pouco mais de um mês, mas já conta com 70 sócios. A primeira acção visível aconteceu na semana passada, com a estreia na Feira do Desporto, na Alameda da Granja, em Águas Santas, este ano na terceira edição. E com um balanço positivo.

Formalizado a 20 de Julho, o Clube Académico de Pedrouços foi registado no nº 127 da Rua Pedro Ivo, a morada do café de que é proprietário o presidente da direcção da colectividade. Fica nas traseiras do Estádio Municipal de Pedrouços, numa zona onde existe o Pedrouços Atlético Clube, neste caso, mais voltado para o futebol de onze. Apesar de haver mais colectividades na freguesia, Joaquim Azevedo salienta que havia uma lacuna na área do futsal e da cultura:

[audio:ACADEMICO.mp3]

Dos 11 sócios fundadores, a maioria já estava ligado ao clube, até então com o nome do café. Embora ainda sem uma sede no verdadeiro sentido do termo, há já actividades a decorrer no âmbito do jovem Clube Académico de Pedrouços. Na área desportiva, existe uma equipa de veteranos e uma de seniores e está na forja a criação de uma equipa sub-12 para participar nos Jogos Inter-Freguesias.

Considerando que a Câmara da Maia “proporciona todas as condições para praticar desporto”, o presidente do Clube Académico de Pedrouços afasta, para já, a possibilidade de avançar para alguma equipa federada, já que isso acarreta custos acrescidos. Mas não excluindo, no futuro, a inscrição de alguma equipa em competições para federados.

Difícil também, neste fase de arranque e por não haver uma sede, é desenvolver outro tipo de actividades, nomeadamente de índole cultural. Mas é intenção fazer algo na área da música, da dança e do teatro. Para este tipo de actividades, e até para as comemorações de aniversários, tudo indica que a solução passe por pedir à Câmara da Maia a disponibilização da Casa do Alto.

No espaço para já disponível, o café acima referido, decorrem já torneios de sueca, de dominó e de malha, que se devem prolongar até Outubro. Quanto à sede, o projecto da actual direcção prevê a criação de um espaço próprio para a colectividade no espaço de três anos, no máximo. “Com ajuda ou sem ajuda”, adverte Joaquim Azevedo.

Marta Costa

(Notícia a desenvolver na edição de sexta-feira de Primeira Mão)