Liga para a Inclusão Social termina na Maia (vídeo)

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A primeira edição da Liga para a Inclusão Social em futsal terminou na passada segunda-feira, na Maia. Foi no Pavilhão Municipal da Maia que o torneio chegou ao fim, com um jogo de futsal entre elementos da selecção nacional da modalidade e alguns representantes das equipas que integram a Liga para a Inclusão Social.

“Dar algum ânimo e fazer alguma coisa pelos utentes”. Foi esta ideia que esteve na génese da Liga para a Inclusão Social, como revela uma das mentoras do projecto e directora da Casa da Rua, uma instituição que faz parte da Santa Casa da Misericórdia do Porto, Sandra Arouca. A ideia surgiu em Março de 2009 e juntou, logo de imediato, cerca de 20 instituições de solidariedade social. Uma iniciativa que Sandra Arouca considera ser “inovadora” e que “preenche lacunas” na ocupação dos tempos livres dos utentes das várias instituições participantes.

A Liga para a Inclusão Social termina agora, mas o balanço já é positivo. “O torneio tem-nos dado alguns resultados positivos. A nós e aos nossos utentes, porque para além da prática desportiva conseguimos fazer algum trabalho de competências pessoais e sociais com eles. É importante que eles sintam este espírito de grupo, o respeito pelos outros em campo, tudo isso é muito mais importante do que a prática do desporto em si”.

A liga em sim é amadora, mas tem o apoio da Associação de Futebol do Porto. Com tudo o que isso implica. Regulamentos, regras, disciplina. E, quem sabe, aspirações a lugares mais elevados no futsal. “Não para os mais velhos, que já não têm idade para competir profissionalmente, mas os mais novos, quem sabe?”, interroga Sandra Arouca.

Do Pavilhão Municipal da Maia o encerramento da primeira edição da Liga para a Inclusão Social seguiu para o Centro Comunitário do Sobreiro, onde foi servido um almoço para os mais de 300 participantes. A tarde de segunda-feira terminou com animação a cargo de instituições que fazem parte da liga.

Pedro Póvoas