Maia Handball Cup termina hoje

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Termina hoje mais uma edição do Maia Handball Cup, organizado pelo clube Maiastars e pela Câmara Municipal da Maia. Desde o passado sábado que estão na Maia entre 2500 a 3000 atletas, em representação de 103 clubes. E a disputar entre 60 a 70 jogos diários, em diversos recintos desportivos do concelho.

 

Este ano, são mais as equipas em prova do que na quinta edição, mas o número de atletas é praticamente igual, já que cada equipa traz menos elementos. Mas cumpre-se uma meta já fixada pela organização, no sentido de ultrapassar uma centena de equipas em prova, confessa o presidente da direcção do Maiastars, José Carlos Ribas. E há atletas de vários pontos do país, destacando-se cinco equipas madeirenses – do Sports Madeira e da Associação Desportiva da Camacha – mas também do Norte e do Sul de Portugal continental. Fora de Portugal e dos arquipélagos, junta-se a comitiva da Suécia, que trouxe duas equipas masculinas para este torneio internacional de andebol. É uma estreia no torneio maiato, considerado já “o maior do género em qualquer modalidade”, sublinhou-se no sábado, na cerimónia oficial de abertura.

Isso faz também com que marquem presença no Maia Handball Cup equipas que já por cá passaram em edições anteriores. E são vários os exemplos. Porque “as pessoas vêm, são bem recebidas e querem repetir. É uma semana de férias muito bem passada a fazer aquilo que querem e aquilo que gostam, que é jogar andebol”, garante José Carlos Ribas. E há entre esses atletas alguns campeões nacionais, antevendo o dirigente que “o nível competitivo vai ser bom”.

Para garantir que tudo corresse bem ao longo dos oito dias de torneio, houve também um reforço do staff, que ronda as 300 pessoas. Quanto a apoios, também aqui reflectiram a crise económica. Ainda assim, “há uma série de empresas que se associam ao evento”, reconhece o presidente do Maiastars, garantindo a realização desta sexta edição. Sem esquecer o apoio dos directores das escolas, que continuam a disponibilizar os seus espaços para o alojamento dos atletas. De todos os contactados, “não houve um não”, sublinha José Carlos Ribas.

Animação paralela

José Carlos Ribas falava no sábado, após a cerimónia de abertura oficial desta sexta edição do Maia Handball Cup, no Pavilhão Municipal da Maia, que começou já cerca de meia hora depois do previsto. À hora marcada, 12h30, começaram ainda a entrar no pavilhão as equipas participantes no torneio, efusivas, entoando cânticos e batendo palmas. Como se de claques se tratasse e como se estivesse já a decorrer algum jogo. No recinto de jogo, alguns elementos carregavam placas com a indicação de todas as equipas participantes, à medida que iam chegando algumas das entidades convidadas. Da Câmara Municipal da Maia, marcaram presença os vereadores do Desporto e da Educação, respectivamente, Nogueira dos Santos e Hernâni Ribeiro, a que se juntaram o presidente da Assembleia Municipal da Maia, Luciano da Silva Gomes, o deputado Rui Monteiro, o presidente da Junta de Freguesia de Gemunde, Eugénio Teixeira, o presidente da direcção da Associação Atlética de Águas Santas e candidato pelo PSD à Assembleia de Freguesia de Águas Santas, Carlos Vieira, e ainda o presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária de Águas Santas, Manuel Ferreira.

Foi Nogueira dos Santos quem deu luz verde ao arranque do Maia Handball Cup, destacando a camaradagem e o convívio que marcam o evento. Oficialmente aberto o torneio, não foi andebol que se viu no Pavilhão Municipal da Maia, mas sim danças latinas e africanas, a cargo do Grupo de Dança do Desporto Escolar da Escola Secundária de Águas Santas.

Marta Costa