Maiastars com três equipas na fase final

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As iniciadas do Maiastars lutam, este fim-de-semana, pelo título nacional de andebol na categoria. Em Leiria, a equipa vai defrontar o Valongo do Vouga, o Académico do Funchal e o JAC de Alcanena. Quanto às juvenis, também apuradas para a fase final do escalão, não sabem ainda quem vão defrontar em busca do título nacional, nem onde o vão disputar. Sabe-se apenas que essa fase final será disputada entre os dias 3 e 5 de Junho, estando apurados, além do Maiastars, os conjuntos JAC Alcanena e Valongo do Vouga.
Ainda em busca de uma presença na fase final nacional está a equipa júnior do Maiastars. Também este fim-de-semana, mas em Vila Nova de Gaia, vão disputar a terceira fase com o Valongo do Vouga, o Almeida Garrett, o Juve Lis e o JAC de Alcanena. Disputados os quatro jogos, os três melhores clubes juntam-se à selecção da Madeira para lutarem pelo título nacional.

Já na segunda-feira, entra em campo a equipa sénior do Maiastars, não para o campeonato nacional, mas a disputar ainda a Taça de Portugal de andebol feminino. As seniores viajam até Coimbra, onde defrontam a Académica, a contar para os oitavos-de-final da prova, a partir das 20h00.
As provas realizam-se depois de mais uma conquista importante para o clube: a chegada à fase final da equipa de infantis feminina, elevando para três o número de equipas do clube a competir a este nível, de um total de quatro equipas. Sob o comando de Raquel Silva, e depois de já terem ganho a primeira fase do campeonato só com vitórias, as meninas receberam no Pavilhão Municipal do Corim, em Águas Santas, o Valongo do Vouga. O triunfo por 31-23 garantiu-lhes a vitória na segunda fase do campeonato. E é em casa deste última adversário que vão disputar em Junho a fase final, admitindo o gabinete de comunicação do Maiastars que “restará muito trabalho pela frente para melhorar ainda mais a qualidade de jogo conseguida até aqui”.

No mesmo comunicado enviado a PRIMEIRA MÃO, o presidente do Maiastars atribui responsabilidades pelo sucesso a Raquel Silva e à seccionista Alzira Pacheco, cujo trabalho José Carlos Ribas descreve como “fantástico e completamente extraordinário”. Até porque conseguiram evitar que a equipa de infantis se ressentisse com a saída das três jogadores que passaram a iniciadas.
Globalmente, o responsável pelo Maiastars dá como cumpridos os objectivos, mas acima de tudo diz terem sido superados os compromissos que o clube assumiu com a Câmara Municipal da Maia, no âmbito do contrato programa de desenvolvimento desportivo.

Marta Costa