Maiatos presentes no Portugal Karaté Camp 2010

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A cidade da Golegã acolheu pela segunda uma vez o Portugal Karaté Camp 2010, que decorreu nos passados dias 10,11 e 12 e que foi dedicado a praticantes de karaté desportivo.
A organização e realização do evento esteve a cargo de um grupo de jovens treinadores e atletas de Selecção Nacional e teve como objectivo elevar as capacidades físicas, técnicas e tácticas destes futuros atletas de alta competição.

Esta Formação de Jovens competidores esteve sob a orientação de oito monitores muito conhecidos do karaté português. Da Zona Norte estiveram Nuno Moreira (Atleta de Alta Competição), Jorge Sousa (Atleta de Combate) e Tânia Moreira (Ex-Seleccionadora). Já da Região Centro marcaram presença Rui Jerónimo (Atleta da Selecção), Carla Jerónimo (Treinadora especializada de Kata) e Miguel Rodrigues (Ex-atleta da Selecção). Por fim, a Região Sul esteve representada por Jaime Reis e Ricardo Camisão (Treinadores do Modelo Italiano Pierluigi).

O CK Maia esteve por trás de toda esta organização participando com meia centena de atletas num total de 150 praticantes da modalidade, com idades compreendidas dos 4 aos 30, que viram desta forma uma grande oportunidade de confraternizar com atletas de selecção, aprendendo e ouvindo os conselhos de quem já correu vários países em busca de títulos para Portugal
Esta formação assentou sobre o trabalho de motricidade e posteriormente na especialização da componente de Kata (formas) e Kumite (Combates).

Nuno Moreira, um dos monitores deste evento e treinador do CKMaia, justificou a realização do evento: “Este evento surgiu pela necessidade deste grupo de amigos quererem realizar uma acção desportiva que permitisse juntar atletas de alto nível, dando continuidade a todo o trabalho que a Federação Nacional de Karaté tem realizado através do departamento de selecção”.

O atleta maiato fez também um balanço desta segunda edição: “Foi um momento marcante, ver atletas e competidores rivais da mesma categoria a treinar juntos, e posteriormente nos jogos e trabalhos lúdicos lutarem lado a lado para uma vitória conjunta. É sem duvida um espírito de grupo muito forte que deixa os monitores com vontade de trabalhar mais vezes nestas iniciativas”, concluiu Nuno Moreira.

André Cordeiro