Tudo a postos para o Europeu de Goalball

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O Campeonato da Europa de Goalball – Grupo B tem início esta terça-feira na cidade da Maia, com a participação de cerca de 120 atletas de 15 países, numa organização da Federação Portuguesa de Desporto para pessoas com Deficiência (FPDD) e da Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais (ANDDVIS), com o apoio da Câmara Municipal da Maia.

O evento inclui competição masculina e feminina, dividida entre o Pavilhão Municipal da Maia e o Pavilhão Municipal de Gueifães, com Portugal a participar com as duas seleções. A equipa masculina vai disputar o grupo B, com a Eslovénia, Espanha, Hungria e Dinamarca, enquanto a formação feminina tem como adversários a Grécia, Hungria, Grã-Bretanha e França.

No evento masculino vão estar as equipas da Dinamarca, Eslovénia, Espanha, Grã-Bretanha, Hungria, Israel, Polónia, Portugal, Rússia e Ucrânia.

A competição feminina vai ter a presença das seleções da Alemanha, Bélgica, Espanha, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Hungria e Portugal.

A Seleção masculina é composta por Ruben Portinha, Alexandre Almeida, João Macedo, Hadiley Sacramento, João Mota e Luís Miguel. A equipa técnica é formada por Paulo Fernandes, Sérgio Silva e Duarte Correia.
No sector feminino, Portugal está representado por Cátia Carvalho, Marlene Brandão, Maria João Moniz, Sofia Santos e Susana Cordeiro. Catarina Bento e Márcia Ferreira compõem a equipa técnica.

 

Paulo Fernandes: “Espero apoio do público”

O Selecionador Nacional aponta como principal objetivo a “manutenção na Divisão B”, mas acrescenta que “temos sempre a ambição de ir mais longe e alcançar a subida de divisão. Mas vamos passo a passo, jogo a jogo, e começar por assegurar a manutenção.”

Para Paulo Fernandes, as equipas mais fortes são “as que desceram da Divisão A, a Espanha, Eslovénia e Ucrânia. Israel também tem uma equipa muito forte.”

O técnico acrescenta que a Seleção Nacional tem como pontos fortes “o equilíbrio geral da equipa e a união entre os jogadores, que constituem uma família.”

O facto de jogar em casa pode ser um fator importante e Paulo Fernandes espera “um grande apoio por parte do público, para a equipa se superar.”
 
 
 
 

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