Clínica de Medicina Dentário do Chantre está em fase de crescimento

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A Clínica de Medicina Dentária do Chantre, na Maia, está a crescer. O Director Clínico do espaço garantiu que está quase pronto um terceiro consultório, que vai permitir a redução de tempos de espera entre consultas e, deste modo, aumentar a qualidade do serviço oferecido. As intervenções de urgência também passam a ser uma realidade, graças a um terceiro médico em permanência.

Fruto da recente transformação, além de um laboratório de prótese dentária e um gabinete de massagens para relaxamento e estimulação, que permitiu duplicar a capacidade de atendimento, a clínica conta agora com a colaboração de um cirurgião maxilo-facial.

Nuno Miguel Carreira da Costa, Director Clínico desta unidade de saúde, garantiu a PRIMEIRA MÃO que agora, no que diz respeito a medicina dentária, "está tudo coberto". A cirurgia maxilo-facial é muito procurada por clientes que, muitas vezes, não sabem onde se dirigir para encontrar esta especialidade. Carreira da Costa confessa que "há clientes que vieram cá porque não sabiam onde encontrar um cirurgião maxilo-facial, porque não é uma especialidade muito disponível, e muitos casos de reabilitação e ortodontia têm que passar pela cirurgia".

A concorrência no sector preocupa Carreira e Costa, mas desvalorizou a questão. Embora tenham surgido muitas clínicas dentárias na zona da Maia, nos últimos anos, o médico dentista diz que "o público-alvo de grande parte das clínicas que abriram agora não é o mesmo". A maior parte dos dentistas funcionam em regime de franchising, o que não acontece com a Clínica do Chantre. Para Carreira da Costa, antes do negócio, está a Medicina: "Foi para isso que estudei. Além de ser um negócio, é a minha clínica. Tento primar pela qualidade, e nisso não faço concessões. Não olho a custos, quero fazer o melhor possível".

A clínica procura, também, apagar a carga negativa associada à figura do dentista. Para combater ideias pré-concebidas, Carreira da Costa promove visitas à clínica orientadas para crianças a partir dos 3 anos de idade. O Director Clínico aconselha os pais a "trazer os filhos a partir dos 3 anos, num regime de visita, para ver as instalações, as cadeiras, os materiais que nós usamos, para que a primeira visita não seja de intervenção clínica, e não criar aquele estigma negativo do dentista".

Outro tipo de receio por parte dos pacientes prende-se com os custos associados às intervenções clínicas, por vezes elevados. Carreira da Costa diz que embora "a qualidade seja algo que se paga", tem em conta o actual período de crise, e garante que "já há três anos que não aumento o preço de consulta".