Opinião Manuel Ferreira: “Algumas considerações à verborreia política eleitoralista de Hélder Ribeiro"

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É politicamente desonesto sair com todas aquelas atoardas, que mais parecem trovoadas secas que só ribombam mas que não fazem chover.

Numa das últimas edições do jornal Primeira Mão, declarou o militante do Partido Socialista, Hélder Ribeiro, que a actual liderança da Câmara da Maia, protagonizada pelo Eng.º Bragança Fernandes, estava a dar as últimas, adjectivando-a, de, sem prestígio, sem carisma, sem estratégia, sem chama, e sem futuro.

Todos estas proposições adjectivas utilizadas por Hélder Ribeiro são vulgares e inconsequentes,  porque são proferidas levianamente e sem qualquer suporte de razoabilidade.

Com efeito, esta sua declaração vale o que vale. Não tem nada que a suporte, e limita-se a  ser a opinião de uma só pessoa: a sua.

Até prova em contrário o que se pode dizer do actual presidente da câmara, Eng.º Bragança Fernandes, é exactamente o oposto do que disse este militante do PS: Bragança Fernandes tem prestígio, tem carisma, tem estratégia, tem chama, e tem futuro.

Assim é, ao contrário do que  afirma, o Eng.º Bragança Fernandes ainda mantém integralmente toda a confiança da população da Maia, uma população que lhe deu uma larguíssima maioria absoluta, de cujo mandato cumpre e só termina nas próximas autárquicas, para recomeçar logo a seguir.

É politicamente desonesto sair com todas aquelas atoardas, que mais parecem trovoadas secas que só ribombam mas que não fazem chover.

Acho que este militante do PS começa muito mal se quer ser alguém dentro do seu partido na Maia, porque não mede o que diz, fala do que não sabe, e escolhe muito mal o alvo para denegrir politicamente.

Se esperava que com estas asneiradas conseguia convencer a população da Maia, está muito enganado, porque outros com o mesmo método já o tentaram e foram penalizados por isso pela população.

O trabalho de Bragança Fernandes já foi testado pela população da Maia, de uma forma que se pode considerar excelente, ao contrário de Hélder Ribeiro, que ainda não sabe quanto vale, sequer, pela população da sua própria freguesia.

E sobre, Gueifães, que é freguesia deste militante do PS, seria, porventura, aconselhável que fizesse um acto de contrição, porque, se as coisas lhe correrem mal, como parece que vão correr, esta freguesia pode bem ser a sua sepultura política.

Destronar uma pessoa querida de Gueifães, como ficou comprovado durante eleições consecutivas, por métodos ainda por cima nada claros, bem pode ser o seu suicídio político.

Alberto Monteiro fez trabalho meritório em Gueifães e é um presidente de quem os gueifanenses gostam, enquanto Hélder Ribeiro não é uma pessoa popular, pelo menos, como Monteiro, e a população não sabe quanto ele vale.

Eu diria, e aqui há suporte justificativo para o dizer, como comprovam os dados no terreno, que Hélder Ribeiro é que é um candidato à Junta de Freguesia de Gueifães, sem prestígio, sem carisma, sem estratégia, sem chama, e sem futuro.

Hélder Ribeiro ainda não percebeu que falar por falar já teve o seu tempo em política, agora os portugueses o que querem, e neste caso particular, os maiatos, são atributos factuais que os ajudem a decidir no acto de votar.

Militante do PSD