Manifestação “muito alargada” do setor da Cultura no final deste mês

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Um conjunto de estruturas da área da Cultura “envolvidas no processo de luta de 2020” promovem, no final deste mês, uma manifestação, “muito alargada” do setor, para reivindicar medidas de emergência efetivas.

O protesto “Na Rua Pelo Futuro da Cultura”, cujos detalhes serão revelados na quinta-feira em conferência de imprensa, é, segundo Rui Galveias, do Sindicato dos Trabalhadores de Espetáculos, do Audiovisual e dos Músicos (CENA-STE), promovido em conjunto por “várias estruturas envolvidas no processo de luta de 2020”.

Entre as várias estruturas, além do CENA-STE, incluem-se, por exemplo, Plateia – Associação dos Profissionais das Artes Cénicas, a Ação Cooperativista, a Associação Portuguesa de Realizadores (APR), o Sindicato dos Trabalhadores de Arqueologia (STARQ) e a Rede – Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea.

A ideia é que esta manifestação tenha uma participação “muito alargada, a todas as pessoas que trabalham na área da Cultura e eventos: trabalhadores, estruturas, empresas”.

O “processo de luta” do setor da Cultura, explicou Rui Galveias, diz respeito “fundamentalmente à falta de medidas de emergência, tendo em conta a falsa retoma” do setor.

A paralisação da Cultura começou na segunda semana de março, depressa se estendeu a todas as áreas e, no final de 2020, entre “plano de desconfinamento” e estados de emergência, o setor somava perdas superiores a 70% em relação a 2019.

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