Manuel Godinho condenado a mais dois anos de prisão suspensa por fraude fiscal

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foto Sic notícias

O empresário Manuel Godinho, principal arguido do caso Face Oculta, foi hoje condenado a dois anos de prisão suspensa, num processo por fraude fiscal, ainda que o Tribunal de Aveiro tenha concluído que não houve prejuízo para o Estado.

Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente do coletivo de julgou o caso disse que resultaram provados dois crimes de fraude fiscal, de que os arguidos estavam acusados, relativos à venda de duas máquinas entre duas empresas do mesmo grupo, sem que houvesse a venda de qualquer imobilizado, nem os quantitativos inscritos nas faturas fossem pagos.

A acusação referia que, desta forma, os arguidos lograram obter deduções dos montantes de IVA no valor total de 65.385 euros, mas o tribunal concluiu que a administração tributária não chegou a devolver esse montante e, em consequência, não houve prejuízo para o Estado.