Peritos só admitem reabertura de escolas com menos de quatro mil casos por dia

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Reabrir as escolas ao ensino presencial só deverá acontecer quando os casos de infeção atingirem uma média diária de 3500 a 4 mil casos, defende Manuel Carmo Gomes e os epidemiologistas da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que têm apoiado o Governo. Insistem que a pressão de testagem e vacinação deve manter-se ou país arrisca nova vaga.

“É muito importante não se desconfinar prematuramente”, diz Manuel Carmo Gomes, um dos especialistas que mais se bateu pelo fecho das escolas, citado pelo JN, admitindo que os valores de segurança podem ser atingidos até final de fevereiro, “se não começarmos com exceções”.

Para o especialista é fundamental não se baixar a testagem e aumentar a vacinação, adiando a segunda toma. “Caso contrário, as restrições podem arrastar-se até abril ou arriscamos uma quarta vaga por causa do predomínio da variante do Reino Unido”.

Na segunda-feira escolas retomam aulas em ensino à distância e o Governo volta a avaliar situação passado duas semanas. O regresso ao ensino presencial deve ser “muito faseado e gradual, devendo começar pelos mais novos”, isto é, pelo Pré-Escolar e 1.º ciclo, defende.

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