Primeiro ministro admite que nem todas as empresas poderão ser salvas. Ministra Temido avança com testes rápidos na próxima semana.

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António Costa_Foto Rodrigo Antunes Agência Lusa

O primeiro-ministro António Costa referiu hoje, em entrevista à Antena 1, que as medidas apresentadas ontem pelo Governo podem apoiar as empresas “que estão aflitas”, mas que não poderão “impedir a insolvência de todas as empresas”.

Por sua vez, a ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou ontem, ouvida no Parlamento, que a utilização dos testes rápidos de antigénio para diagnóstico do novo coronavírus vai arrancar na próxima semana junto das ARS. A partir de segunda-feira, será possível exigir que as pessoas façam um teste à COVID-19 quando entrarem ou permanecerem em certos locais.

A ministra da Saúde admitiu também que 253 ventiladores continuam sem funcionar, por lhes faltar uma peça que “não veio de origem e que está a escassear no mercado internacional”.

Já o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, disse que mais de 80 juntas médicas de avaliação de incapacidade já estão a funcionar no país, a maioria na região Norte.