Terceira fase de desconfinamento na maior parte do país

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Portugal inicia hoje a terceira fase do desconfinamento com a reabertura de mais escolas, lojas, restaurantes e cafés, um levantamento de restrições que não é acompanhado nos dez concelhos onde a incidência da COVID-19 é maior.

O matemático Carlos Antunes e o pneumologista António Diniz não concordam com o começo da terceira fase do desconfinamento já hoje. Os especialistas pedem mais testagem e uma aceleração na inoculação de vacinas. Ao mesmo tempo, alertam para o facto de, no norte do país, a incidência crescente já se refletir nos internamentos hospitalares.

Ontem, o primeiro-ministro António Costa destacou que foram administradas, no fim de semana, 183 mil vacinas contra a COVID-19, considerando que se tratou de “um grande sucesso” e que Portugal caminha para cumprir os objetivos do plano de vacinação.

A este propósito, as universidades portuguesas vieram questionar o facto de terem sido deixadas de fora das prioridades de vacinação. Ao que Manuel Heitor, ministro da Ciência e Ensino Superior, remete as prioridades para a gestão feita pela task force e não adianta mais comentários à ausência de vacinação.

Paralelamente, a classe médica está preocupada com o crescente de casos de síndrome pós-COVID-19 nos mais novos, que se manifesta com febre alta, acima dos 39 graus. Trata-se de uma patologia inflamatória extremamente rara, mas grave e que surge depois da infeção por SARS-CoV-2 como explica Maria João Brito, diretora da Unidade de Infeciologia do Hospital Dona Estefânia.

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