“Tristeza e orgulho” por morte de agente em Évora – diretor da PSP

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imagem de arquivo PM

O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) afirmou que hoje “é um dia de tristeza e de orgulho” pela morte de um agente, em Évora, quando auxiliou uma mulher vítima de violência doméstica.  

Magina da Silva foi recebido durante cerca de 45 minutos no Palácio de Belém, em Lisboa, pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa audiência pedida pelo diretor da PSP, mas que foi antecipada para o dia em que morreu o agente.

“Para a PSP, é um dia de tristeza e de orgulho. Tristeza porque um de nós tombou em cumprimento da missão. De orgulho, porque foi um polícia que estava fora de serviço mas que, pelo apelo de missão, interveio para defender uma cidadã”, disse.

Magina da Silva disse já ter falado com a mulher do agente, que foi atropelado, “aparentemente de forma intencional”.  

O diretor nacional da polícia evitou comentar mais pormenores sobre o caso, nomeadamente de se tratar ou não de um reincidente.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou este domingo a morte do agente do Comando Distrital da PSP de Évora, vítima de atropelamento após uma intervenção policial, tendo já expressado as condolências à viúva.

Este agente da PSP em Évora morreu na madrugada de domingo no hospital local depois de ter sido atropelado por uma viatura conduzida por um suspeito de violência doméstica, que fugiu e, entretanto, já foi detido, revelou o Comando nacional da Polícia.

O agente do Comando Distrital de Évora da Polícia não estava de serviço, no sábado à noite, mas interveio numa situação de violência doméstica que presenciou, na rua, acabando por ser atropelado pelo alegado agressor, que se pôs em fuga.

O homem detido pela GNR, suspeito do atropelamento mortal, é um guarda prisional do Estabelecimento Prisional (EP) de Sintra, de 52 anos, revelou a Guarda à agência Lusa.