Opinião: Arminda Moura – Porque será que o ser humano se congratula com o mal dos outros?

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Com o fim do ano alguns rituais, apreendidos por nossos antepassados, repetimos e depois de algumas voltas por trapos, papeis e outros equipamentos lá fazemos a limpeza porque a tradição para muitos ainda pesa e não queremos que o novo ano comece com coisas que não interessam. Bom hábito desses tempos passados em que se arrumava e despachava tudo que não interessava e se escutavam sons que anunciavam o adeus do ano velho e o nascimento de um novo ano, lá ouvíamos nós em alguns lugares o bater dos testo das panelas e a louça partida aproveitava-se a época e se destruía o prato rachado ou tacho furado entre outros incómodos que jaziam combalidos no meios de outros objectos.

Hoje em dia já não se faz muito isso talvez porque temos a possibilidade e a facilidade de colocar tudo o que não interessa embalado em sacos plásticos ou caixotes do lixo e aguardar a sua recolha pelos serviços competentes. Para muitos hoje esta limpeza deveria obrigar a um asseio não higiénico mas ético. Talvez esta medida fosse boa e se deveria aplicar a muitos que com seus olhos de ave de rapina tudo cobiçam e só prejudicam quem trabalha em prol de muitos. Talvez seus corações estejam entorpecidos pelo frio que se sente desde a pele passando pelos ossos e correndo nas veias atinge o coração. Ou, talvez, porque a raiva invade alguns por verem que por muito que se faça nada os satisfaz, se infestam por sentimentos de mesquinhez soltando-se em seus poros o fel de destruição e só se saciando com o ruína dos outros. Muito mal se age e com os pensamentos tolhidos por poucos princípios morais os esfomeados em poder tentam denegrir alguém que tudo tenta e faz em prol dos outros.

Talvez seja isto mesmo, todos sabemos onde o correr do diz que diz, do que se ouve e que já foi acrescentado pelas maledicências dos aproveitadores da ocasião criando falsas expectativas aos inventores de tais notícias. Qual é o sonho deles? Não acredito que seja a servidão ao próximo! Deles mesmos, creio que só uma coisa interessa. Poder! Poder e mais poder! Para muitos destronar alguém que sempre exerceu seu cargo com sinceridade, lealdade, que está sempre próximo de todos e com sua franqueza não promete o impensável incomoda muitos. Não usar de rasteiras nem artimanhas e jogar limpo inquieta muitos e porquê? Só têm como interesse não o bem da sociedade em geral mas destruir e fazer baixas. Sim, tudo o que perturbe o sossego de quem tenta o melhor e se preocupa com o bem-estar dos cidadãos maiatos. Quem luta por uma boa educação escolar, por mais meios na saúde, por melhores meios técnicos e pedagógicos para as crianças, crianças essas que são o nosso futuro e serão nossos representantes. Quem tem um carinho e se preocupa tendo especial atenção com os mais idosos. Quem tenta combater as fragilidades dos menos favorecidos sendo infelizmente o seu grupo cada vez maior originado pela crise financeira que nos abraça a todos e tocando a muitos no emprego cada vez mais precário. Quem apoia instituições e colectividades e em que muitas destas colectividades são centros educacionais desportivos e formadoras de muitos atletas que ingressam nelas muito novos, não permitindo a estes a ociosidade dos jogos de computadores e serões televisivos em que a obesidade nada consegue defraudando expectativas de abandono escolar e incentivando a criação de actividades culturais e convívio social. Quem se preocupa com isto e com muito mais? Nesta cidade do lidador que todos conhecemos e estimamos notamos o evoluir dela com novos parques, mais equipamentos desportivos, é um melhoramento sempre crescente e em evolução, tudo isto é possível por alguém que no seu lugar zela pelo interesse de muitos, nunca se recusando a atender as preocupações maiatas. O Eng.º Bragança Fernandes é uma pessoa que se preocupa com o bem-estar geral de todos os maiatos solidarizando-se com todos e tudo faz para conseguir o máximo para a terra que a todos nos seduz.

Por tudo isto nada como esquecer ideias pré-concebidas de más interpretações e deixar o rumo correr relevando actos que o tempo se encarregará de demonstrar que nada pesam e nada influem nas decisões tomadas sempre com responsabilidade por pessoas idóneas e capazes que se preocupam com o bem de todos.

Porque será que o ser humano se congratula com o mal dos outros e colabora também para ele mas parece ter medo em se preocupar e sentir prazer em auxiliar? Sabem que ajudar sem nada receber é um algo de muito gratificante mas que muito poucos sentem tal sensação de bem-querer e ajudar o próximo. Com este novo ano que se aproxima mudem de atitude e pensem mais em bem fazer do que mal fazer. Só tem benefícios para a saúde e mente e… sempre se ajuda o próximo. Colabore, voluntários para o bem são precisos. Inscreva-se neste grupo, não paga quotas.