PAF – Pensar e Acautelar o Futuro

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Nas páginas deste jornal eletrónico, não raras vezes, expressei o meu descontentamento, e sem tibiezas, critiquei abertamente o Governo e algumas das suas medidas.

Não retiro nada do que escrevi, porque o fiz apenas em obediência à minha consciência.

Mas é também por obediência à minha consciência, que não posso deixar de expressar aqui neste mesmo órgão de comunicação social, o sentido que pretendo dar ao meu voto, já no próximo domingo, 4 de Outubro.

O sentido da minha escolha orienta-se por várias questões que me ocorrem quotidianamente, e para as quais procuro encontrar resposta, fazendo o meu próprio juízo.

1 – Em que situação nos encontrávamos em 2011?

Resposta: À beira de uma tragédia social, e quiçá até humanitária, com a economia sem conserto, com o Estado falido e sem dinheiro para as suas funções imprescindíveis, e a resvalar a todo o vapor para a bancarrota.

2 – Quem segurou o Governo a meio da legislatura e afastou de nós, com firmeza e sentido de Estado, o 2º resgate?

Resposta: Não fora a lucidez e a cabeça fria de Pedro Passos Coelho, e teríamos mesmo caído na desgraça, enfrentando aí sim, a mais devastadora crise do Portugal moderno, que teria sido uma tragédia pior do que “grega”.

3 – Quem arrumou a administração central, pondo tento no desvario gastador do Estado, e mandou a Troica mais cedo para casa com uma saída limpa, pondo fim ao sufoco do famigerado memorando?

Resposta: Creio que ninguém, intelectualmente honesto, pode deixar de reconhecer que foi a determinação do Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho.

Não podemos esquecer que foi este Governo que antecipou pagamentos ao FMI e à Troica, conseguindo melhorar progressivamente a nossa credibilidade externa, ao ponto de influenciar a baixa dos juros da nossa dívida pública, que estão hoje cada vez mais perto do zero, e em mínimos históricos que não encontram par, nem mesmo nos melhores anos de crescimento económico.

4 – O que distingue o programa eleitoral e o histórico político das várias candidaturas que se apresentam ao eleitorado hoje?

Resposta: Na verdade, o que distingue a coligação Portugal à frente, de todas as outras candidaturas, e sobretudo do principal partido da oposição, é a assertividade das propostas e das consequentes contas que lhe são inerentes.

Não basta prometer este Mundo e o outro, é preciso demonstrar como, mas principalmente com que dinheiro. E isso, isso, ninguém na oposição tem conseguido esclarecer com clareza.

Mas não nos esqueçamos também, em que circunstâncias os primeiros-ministros do PPD/PSD, por mais do que uma vez, tiveram de receber o país, e resolver as crises severas que o principal partido da oposição não foi capaz de impedir, sempre que esteve no poder.

Esta parece ser a sina do PSD e dos seus líderes – levantar Portugal, erguer de novo o orgulho nacional e devolver a Esperança aos portugueses.

Para além destas razões de força, que superam largamente algumas falhas, porque na verdade também as houve, há ainda, para mim que sou maiato, um facto quase mandatório que me impele a votar na coligação Portugal à Frente.

Não posso deixar de ter em conta que no 4º lugar da lista da PAF, pelo círculo eleitoral do distrito do Porto, figura uma mulher nossa conterrânea, a Dr.ª Emília Santos.

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É digno de nota, o facto de ter feito o seu primeiro mandato, pondo sempre o concelho da Maia, no topo das suas prioridades, logrando resolver alguns dossiers importantes e trazer para a Maia, alguns projetos de inegável mais-valia para o concelho e para os maiatos.

De entre outras iniciativas e temas de que foi entusiasta impulsionadora no Parlamento, posso referir a resolução do problema do Tribunal da maia, a viabilização da construção da circular à EN14, os balcões do cidadão instalados em várias freguesias do concelho e a municipalização da educação que também já é uma realidade no nosso concelho.

Pelas 4 razões essenciais que acima invoquei, mas também e de sobremaneira, por poder ajudar a eleger uma maiata, não vou hesitar, e no próximo domingo, lá estarei a cumprir o meu dever e a exercer o meu direito de votar, de votar na coligação PAF, porque Portugal está sempre à Frente.

Victor Dias

 

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