Apoio social escolar continua a ser reforçado neste ano letivo

Apoio social escolar

O apoio social escolar é algo de que a Câmara da Maia se orgulha. Os responsáveis pelo executivo, liderado por Bragança Fernandes, bem como o vereador da Educação, António Tiago, costumam sublinhar que a despesa na Educação não é um custo qualquer, mas antes um investimento no futuro.

As verbas atribuídas pela câmara maiata para a ação social escolar no ano letivo de 2016/17 ascendem a 3,7 milhões de euros, um valor ligeiramente superior ao ano letivo anterior em que a autarquia despendeu cerca de 3,6 milhões. Na globalidade, com este valor são apoiadas cerca de 4900 crianças do 1º ciclo e 1699 do pré-escolar.

A verba é distribuída pelos diversos itens, como subsídios para livros e material escolar 1º ciclo (80 mil e 300 euros), subsídio para refeição escolar 1º ciclo, subsídio para refeição pré-escolar, subsídio para transporte escolar (260 mil euros), subsídio para material didático, comunicações e visitas de estudo (previstos 95 mil euros).

Subsídio para refeições

Também são incluídas na despesa o pagamento das Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC’s), cerca de 691 mil e 500 euros, e o pagamento das Atividades de Apoio à Família, que engloba uma verba de 2 milhões e 61 mil euros aproximadamente, onde cabem pagamentos de assistentes operacionais (128), assistentes técnicas (45) e Contratos de Emprego Inserção (74).

De referir que são abrangidos por estas atividades de apoio à família mais de 2900 alunos e seus familiares. Já nos subsídios para material didático estão incluídos mais de 4900 alunos do 1º ciclo e 1699 do pré-escolar.

Um apoio fundamental nestes últimos anos de crise económica em que muitas famílias se encontram tem sido o subsídio para as refeições, em que são beneficiados mais de 2000 alunos do 1º ciclo (escalão A de apoio total e escalão B com 50% do apoio) e ainda 710 crianças do pré-escolar (também dos dois escalões).

Também em subsídio para livros se nota uma grande abrangência dos beneficiados ultrapassando as 2000 crianças e jovens a quem a autarquia paga os manuais (nos dois escalões de apoio).