Ajuste directo de obras “é para os malandros”

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O presidente da Câmara Municipal da Maia garante que não vai precisar recorrer ao ajuste directo de empreitadas, até aos cinco milhões de euros, no decorrer deste ano.

Bragança Fernandes afirma que a edilidade maiata trabalhou “a tempo e horas” e que a medida governamental é “só para os malandros”. Ou seja, “isto vem mais para as câmaras municipais que concorreram ao QREN e que não têm a construção de escolas lançadas e querem fazê-lo rapidamente para não perder os fundos”.

À Câmara Municipal da Maia “não aquece nem arrefece”. E garante que no decorrer deste ano, até às eleições, não vai lançar qualquer obras porque as previstas já foram todas lançadas, no ano passado. “Trabalhei a tempo, fiz os projectos a tempo, obras quase desse valor, mas que foram as concursos públicos normais”, reitera.

O autarca até considera que a medida é boa mas “para as entidades que não trabalharam como nós trabalhamos, que pusemos tudo em dia, que cumprimos com os prazos”.

IFM